A capital olímpica

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Para explorar Atenas, o melhor jeito é a pé. O metrô é extremamente eficiente, mas você deve se preparar para andar muito se estiver a fim de desvendar os maiores segredos da capital mundial olímpica. Não se preocupe com a língua difícil: arranhando um inglês razoável, você se vira bem em qualquer lugar, mesmo.
Claro que todo mundo quer ver a Acrópole, mais especificamente o Parthenon. Como quem chega a Paris, que quer logo ver a torre Eiffel. A boa notícia é que a Acrópole, num morro elevado em plena metrópole plana, pode ser avistada de praticamente todos os cantos da cidade. E esse já é um dos grandes trunfos de Atenas.
Para visitar a Acrópole, é bom reservar um dia todo. É muita coisa para ver junto: seu ticket de 12 euros dará acesso não só aos templos da Acrópole, como também ao Templo de Zeus e à Ágora Antiga, na parte baixa. Muita gente sobe apenas à Acrópole e dispensa os demais monumentos: ledo engano.
O melhor é começar a visita pelo Templo de Zeus , na parte baixa da cidade, com vista privilegiada que se tem da Acrópole a partir daquele ponto. Já na Acrópole, gaste um pouco do seu tempo no museu para ver a magnitude das construções da época. Há relíquias de partes destruídas do Partenon, ao lado de réplicas completas das figuras humanas, que chegavam a metros e mais metros de comprimento.
Na Ágora, além do museu simpático (com mais simpáticos bebedouros de água gelada), há ruínas impressionantes, nas quais ainda é possível identificar cômodos das residências. Sem contar a atmosfera verde agradável que circunda todo o local.
E, para encerrar – eu sei que você já estará se sentindo acabado após tantas andanças – contorne a Acrópole e a Ágora por fora e dê uma olhadinha no Teatro de Dyoniso. Embora não tão bem preservado, ainda conserva alguns assentos originais.
A essa altura, você já estará morrendo de fome e o melhor lugar para encontrar o que você procura está ali, ao lado dos pés da Acrópole: o simpático bairro de Plaka, repleto de lojinhas coloridas (onde se encontra, inclusive, inúmeras opções de havaianas, disputadas a tapas pelos europeus) e deliciosos cafés e restaurantes. Em sua mesinha ao ar livre, com aquela paisagem deslumbrante, peça um autêntico mussaká, um dos mais conhecidos pratos gregos, à base de berinjela.
O Museu Arqueológico também é visita obrigatória. Múmias, relíquias, réplicas: está tudo lá, numa magnífica aula de história ao vivo e a cores. Pegue o folhetinho explicativo, gratuito, na entrada e perca-se nos corredores da grande construção. Se você cansar, tem um agradável café no subsolo, com comidinhas apetitosas e preços bem razoáveis.
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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.