A esquina do mundo

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ok, ok. Atendendo a pedidos, um pouquinho sobre NY. Mas só um pouquinho, porque a história do flanar tava redendo… Aliás, por que fica todo mundo me mandando email ao invés de comentar dentro do blog??? tsc, tsc. Vai entender…
Sim, talvez NY seja mesmo a capital do mundo. Tem muita coisa num mesmo lugar, de tudo quanto é canto do planeta. Até Little Brazil já tem, e em plena Times Square! Aliás, a Times Square é, talvez, o que há de mais marcante na cidade para os visitantes. Sim, continuo com minha tese: não há grandes atrativos turísticos na terra do tio Sam. Nenhum grande monumento (tá, a Estátua da Liberdade até que é legal), nenhuma daquelas paisagens de emocionar. E vamos ser francos: quase todos os brasileiros que encontrei por lá estavam atrás de compras, ainda mais com o real mais valorizadinho. Vários deles não tinham a menor pretensão de se perder pelo Soho, Chelsea ou Tribeca, muito menos de gastar o tempo no Metropolitan ou no MoMa. Mas, por outro lado, NY tem quase tudo: excelentes hotéis, ótimos espetáculos, restaurantes incríveis, baladas memoráveis. E a Times Square que, faça chuva ou faça sol, seja dia ou noite, está lá, frenética, querendo cativar a sua atenção a cada instante. Uma vez eu li que muitos a chamavam de a “esquina do mundo”. Fui todos os dias e todas as noites lá! Antes ou depois. Que torre de babel que é aquilo! E uma das coisas que mais gosto ao viajar é me perder dentro de uma torre de Babel. Tem coisa mais gostosa que ir de tapas na Plaza Mayor ouvindo aquele monte de línguas? Ou entrar num pub em que cada um pede pint de um jeito? É, a Times Square também tem dessas coisas – embora se ouça também muito português por lá.
Fora do roteirão básico da NY de todo viajante, vale checar:
– brechó Ressurection, para encontrar “aquela” peça vintage com cara de vestido do Oscar
– spa Great Jones, conceituadíssimo na Nwe York Magazine
– loja de departamentos Bergdorf Goodman, em plena 5th Avenue, e esquecida pela maioria dos turistas
No quesito comilanças e comidinhas:
– Arabelle, o brunch mais famoso dos domingos novaiorquinos, em pleno Plaza Athenée
– The Good Fork, moderníssimo e ultra-aconchegante
– Mezzaluna, para quem procura o bom e velho
– Café Loup, bistrô francês com jeito de restaurante no Village

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.