A velha e boa Buenos Aires

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O prato principal do almoço no Mott

 Fui para Buenos Aires dessa vez sob o pretexto de participar da #BUE2012 (ou #Vibaniadas2012), que rolaria durante os dias do feriado prolongado. Fui antes, pra fazer umas pesquisitas de cunho profissional/editorial mas infelizmente também acabei voltando antes por outros compromissos pessoais.

O prato principal no jantar no Crizia

 Ainda assim, foram cinco dias adoráveis nessa cidade que eu tanto gosto – e que eu não visitava desde o segundo semestre de 2010. Como eu contei num post lá no Saia Pelo Mundo, Buenos Aires, infelizmente, está bem mais cara. Mais cara em tudo: para comer, andar de táxi, comprar, sair – em algumas coisas, chega a estar até mais cara que no Brasil.

A melhor sobremesa da viagem: o trio de choco e dulce de leche do Le Mistral

  Mas, por outro lado, a cena cultural da cidade continua indo de vento em popa e seus cafés estão cada vez melhores e mais charmosos – vou fazer um postzinho sobre os que mais curti dessa vez. E várias coisas muito gostosas por ali são de graça, como passar uma tarde nos Bosques de Palermo ou andar sem rumo e sem pressa pela Recoleta, por Palermo, Belgrano ou Villa Crespo, checando as novidades e se fazendo de voyeur da vida cotidiana porteña.

A “carta de vinhos” da Cave Jufré

 Minha melhor refeição dessa vez, pelo conjunto da obra (ambiente+comida+serviço+amigos) foi no Crizia, sempre ótimo; mas o almoço executivo do Le Mistral, o restaurante do Four Seasons que vai ficar fechado nos próximos meses devido a uma big reforma do hotel, perdeu por bem pouquinho, que também estava divino, e pelos mesmos motivos.  E a melhor surpresa gastronômica foi o fofinho Mott, que fica dentro do Esplendor Buenos Aires, no mesmo prédio ocupado pelas Galerias Pacífico, em pleno centro: delícia de almoço executivo, serviço bem simpático, preço excelente (à noite parece que rolam uns showzinhos de tango modernetes também). Ah! E enfim testei o Fuudis, que também fica prum outro post 😉

Mojito+tapas show de bola no 878

 De entretenimento noturno, curti muito a milonga La Viruta, em Palermo, me diverti horrores; a entrada custa menos de 15 reais com direito a aulas – tem aula desde o período da tarde, mas é lá pelas 22h que a coisa esquenta. Eu não consegui ir dessa vez, mas meus amigos que foram no domingo à noite no La Glorieta adoraram a experiência – que é grátis, btw (o Ricardo Freire fez um post ótimo aqui).

A fachada do Malvón, um dos muitos cafés incríveis da Villa Crespo

Gostei também, apesar do serviço ruinzinho, da Cave Jufré, na rua de mesmo nome, em Villa Crespo: excelentes vinhos por taça ou garrafa e umas tapas sensacionais, saborosíssimas. E amei tanto, mas taaanto, o 878, que fui pra lá em 3 noites; ambiente excelente (na última noite, um sábado, casa lotaaaada, ainda descobri que o bar tem um terceiro ambiente, lá no fundão, com outra barra de bar e tudo, que eu nem conhecia), ótima música, ótimos drinks (mojito divino).

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.