Aqaba e o Mar Vermelho

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A orla de Aqaba é toda assim, tomada por resorts

 Aqaba é considerada a janelinha jordaniana para o mar. Queridinha dos europeus, ali aportam durante todo o ano uma série de cruzeiros e em suas areias se instalaram centenas e centenas de hotéis de todo tipo.

Alá a tempestade no horizonte

 Localizada bem no sul da Jordânia, é a melhor base para pernoite para quem visita o deserto de Wadi Rum, que fica mais ou menos a 1h de distância.

E não é que o Mar Vermelho é… azul??? 😛

 A maioria dos turistas que visita Aqaba está mesmo interessado em suas praias: a ideia deles é ficar num resort de frente pro mar e curtir uma prainha por uns dias. Mas quem viaja bem de longe pra Jordânia, como nós, normalmente está mais interessado numa outra coisa pela qual Aqaba é famosa: os scuba divings e snorkels no Mar Vermelho. A cidade ficou famosa pelos corais, tartarugas, tubarão-baleia e outras várias espécies facilmente avistadas por lá. E era isso mesmo que eu tinha programado fazer por lá: um passeio de barco pelo Mar Vermelho com mergulho.

Os famosos peixes de Aqaba eu só vi assim 🙁

 Mas, vejam só, ironias do destino: cheguei à Aqaba na noite do meu passeio por Wadi Rum – mas era justamente o dia em toda a meteorologia jordaniana teve um revertério, de norte a sul. Tempestades de areia fortíssimas em vários cantos, big nevasca em Amã e as águas agitadonas. Resultado: os passeios em barco foram cancelados tanto naquele dia quanto no dia seguinte. E, com a previsão apontado mau tempo durante toda a semana (o que se confirmou mesmo nos dias seguintes), eu tive que, tristemente, seguir meu passeio conforme programado por outros cantos da Jordânia.

 Mas a estadia em Aqaba não foi em vão, não. O souk da cidade é uma graça, barato e super fácil de explorar. Pros mais consumistas tem N shoppings e lojinhas em todo canto, já que a cidade é bem turística. E ainda tem resquícios históricos mal conservados mas interessantes, como o forte Mameluk (a entrada, com direito ao museu, custa só 1JD) e as ruínas de uma das mais antigas igrejas do mundo, do século 3.

 Portanto, fico devendo fotos e relatos do meu tão esperando mergulho, que não aconteceu por intempéries meteorológicas. Mas continuo achando a cidade a melhor base para explorar o deserto – que fica bem mais longe de Petra do que eu tinha pensado antes de viajar. Ah! Foi em Aqaba também que eu comi o melhor – e mais barato! – falafel da minha vida: fui direto no lugar recomendado, considerado o mais tradicional de Aqaba, e me acabei num sanduba gigante que custou menos de 0,50JD 😉

Pode colocar no seu mapinha 😉

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.