Aruba e o Day of Discovery do Renaissance

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Quem me acompanha também pelo InstagramTwitter e Facebook, sabe que no final de junho eu embarquei numa viagem a Aruba, a convite do Renaissance Aruba e da Copa Airlines.  A proposta dessa viagem era cobrir o Renaissance Global Day of Discovery (que aconteceu em 19 de junho), uma celebração simultânea em todos os 155 hotéis Renaissance (em 35 países diferentes, incluindo o Brasil) com eventos gratuitos para o público em geral, de workshops culinários a apresentações musicais, sempre ressaltando aspectos bem locais dos destinos de cada um dos hotéis em questão (além de dar o pontapé inicial das atividades da temporada de verão no hemisfério norte).

O evento no hotel (parte da rede Marriott) contou com a cobertura de jornalistas de distintos países enquanto o DJ Chuckie (ou Dirty Dutch, como preferirem :P) comandava uma noite de festa e música eletrônica na ilha. Para quem não sabe, Chuckie nasceu no Suriname e é também cidadão holandês (foi na Holanda que viveu a maior parte de sua vida) e há cerca de um ano e meio mudou-se com a família para Aruba, que virou uma espécie de meca dos festivais de música eletrônica nos últimos anos.

Boa praça, Chuckie levou o filho no jantar com a imprensa

O show de Chuckie aconteceu no bar/piscina do hotel, com acesso vip para os hóspedes, mas também acompanhado por muitos outros turistas e moradores que se aglomeraram na marina em frente ao hotel.

Foi minha primeira vez em Aruba e encontrei ali um destino muito semelhante ao que eu tinha imaginado. Com o slogan “One Happy Island” espalhado por hotéis, restaurantes e avenidas, a ilha caribenha colonizada pelos holandeses hoje tem um sabor muito menos holandês e muito mais americanizado, com sua costa tomada de grandes resorts bem ao gosto norte-americano. Por isso mesmo o inglês, impulsionador do turismo local, é ouvido em toda parte, misturado ao espanhol, ao holandês (língua oficial nas escolas) ou ao papiamento, falado pela maioria da população.

À exceção desse morro, Aruba é planinha

Aruba é considerada um destino “seguro” pelos gringos por ficar de fora da chamada “rota dos furacões” – por isso mesmo, tem uma taxa de retorno de turistas das mais altas de todo o Caribe. A capital Oranjestad ainda guarda algumas casinhas multicoloridas no centro (que estava em franca reforma e repavimentação de ruas durante a minha estadia) e costuma ser para onde todo turista ruma para fazer comprinhas – de lojinhas de rum e artesanato a lojonas de grife internacional. Dizem também que por lá acontece um Carnaval bacanudo.

Em Oranjestad, casinhas coloridas…
…malls…
…americanização…
…papiamento…
… e calangos por toda parte 😀

As praias mais procuradas são Palm Beach (onde estão quase todos os big resorts e também perto de onde fica concentrada a maior parte da vida noturna da ilha), Eagle Beach e Machebo Beach. Rodger Beach e Baby Beach, na parte sul, também andaram ganhando certa fama entre turistas. As águas são em geral bastante limpas e transparentes e o uso de uma simples máscara de snorkel faz a festa de quem curte ver peixes multicoloridos e corais aos montes. Para os mais fanáticos, há ampla oferta de mergulho em alto-mar, inclusive para exploração de relíquias de naufrágios (como o navio Antilla), além de passeios em barcos para ver as piscinas naturais. Cavernas com inscrições pictográficas, ruínas de minas de ouro e o parque ecológico de Arikok (uma área de preservação desértica de mais de 30 km²) também estão entre as atrações mais famosas.

O Renaissance Aruba fica numa localização bem diferente dos demais resorts da ilha e não beira a praia; fica em frente a marina, mais pertinho de downtown. Mas driblou – e muito bem – a ausência do pé na areia com a ilhotinha artificial que bolou logo em frente: durante todo o dia lanchas rápidas saem literalmente de dentro do lobby do hotel (isso mesmo!) e levam e trazem os hóspedes para a ilha num trajeto lindão de 8 minutos.

A ilhota tem 3 prainhas diferentes – duas de mar tipo piscina e outra de mar com ondas – e boa infra de praia, com espreguiçadeiras, redes, guarda-sóis, toalhas etc, além de um bar e restaurante. A água ali é impressionantemente azul-esverdeado e a praia na parte direita de ilha ainda guarda uma colônia de flamingos (que geralmente zanzam entre os turistas na areia e na água sem a menor cerimônia).

Os quartos do hotel no prédio principal (Marina Hotel, onde fiquei hospedada e é que exclusivo para adultos, desde US$168 por noite) são bastante espaçosos mas nem todos têm vista para o mar – alguns têm vista para a parte interna do próprio hotel, que é “oca” e dá vista para o laguinho onde chega a lancha que leva à ilhota. Estão sendo reformados e ganhando muito mais bossa com a nova decoração em azul e branco que deve estar concluída até o final do ano.

O quarto do Renaissance em que fiquei…
… e como ficarão todos até o final do ano

Tem piscina, wifi grátis no lobby e ali funcionam o signature restaurant do hotel, a L.G.Smith´s Steak House, e o restaurante buffet Aquarius (que, por sinal, tem um interessante buffet de frutos do mar à vontade no jantar, incluindo vieiras e lagostas), além do Blue Bar e de uma filial da Starbucks. É também no Marina Hotel que funciona o pequeno mas bem bom Okeanos Spa.

A piscina do Marina Hotel

O prédio estava cheio de brasileiros durante a minha estadia: alguns deles hospedados ali mesmo e outros visitando o Renaissance Mall, o shopping que ocupa o piso inferior do hotel com lojas de marcas internacionais, de Calvin Klein a Bulgari (de acordo com a gerência do hotel, o público brasileiro é o maior “gastador” do mall).
Já o Ocean Suites é o braço do resort que é family-friend, localizado do outro lado da marina e que conta com sua própria prainha artificial e outros dois restaurantes, além de quartos com terraço e vista para o mar.

A prainha exclusiva do Ocean Suites

Porto de escala comum para algumas companhias de cruzeiros, Aruba não solicita visto de brasileiros. Não temos voos diretos para a ilha; quem faz conexão na Cidade do Panamá (cerca de 7h de voo distante dos aeroportos de São Paulo e Rio) o voo final até a ilha dura cerca de 1h30.

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.