Black Friday

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Já dizia Michael Jackson :-)

Já dizia Michael Jackson 🙂

Com as viagens de brasileiros aos EUA e ao Panamá para aproveitar a sexta-feira de descontos cada vez mais frequentes, o setor de turismo também entra na jogada

 

 

Com a promessa de preços bem mais baixos que os praticados em outras épocas do ano, a Black Friday – que neste ano acontece em 29 de novembro, um dia após o feriado de Ação de Graças – sempre atraiu não apenas moradores locais como visitantes internacionais interessados em boas compras (no ano passado, a data movimentou quase US$ 1,5 bilhão em vendas nos Estados Unidos, 26% a mais do que o mesmo período no ano anterior). E a cada ano os brasileiros se destacam entre a maioria desses visitantes estrangeiros.

Com as lojas abrindo cada vez mais cedo e muitos dos descontos prometidos continuando em vigor nos demais dias do final de semana, nem as costumeiras filas para ingressar nas lojas e, depois, para pagar suas compras, afastam shopaholics e caçadores de ofertas por ali – há promessas de descontos de até 90% em algumas lojas e produtos. Alguns turistas esticam a viagem até a semana seguinte à Black Friday para aproveitar também a Cyber Monday, que promete descontos similares aos da sexta-feira para compras online – e período tradicionalmente muito favorável também para comprar produtos relacionados a viagens, de passagens aéreas a reservas de hotéis e pacotes.

Para esse ano, diversos Premium Outlets nos EUA já anunciaram que abrirão suas portas à meia-noite de sexta (no que os americanos apelidaram de “Midnight Madness”, loucuras da meia-noite) e a Target, tão adorada pelos brasileiros, irá além: portas abertas a partir das oito da noite da própria quinta de Ação de Graças.

Além de Orlando , Miami e Nova York , que já recebem hordas de brasileiros nesta data há anos, recentemente a capital do Panamá também entrou para a listinha dos shopaholics quando se trata de Black Friday – ali as lojas também seguem o mesmo padrão de liquidações das norte-americanas, ainda que com preços sensivelmente maiores. Na verdade, o termo Black Friday já vem sendo adotado para ofertas na data até em lugares que nunca tiveram esta tradição, como Dubai e o próprio Brasil (diversos sites andam anunciando mega-promoções para dia 29 por aqui também).

A ida de turistas estrangeiros para estes destinos virou um negócio tão rentável que várias redes hoteleiras também querem uma fatia do bolo e programam promoções de hospedagem especiais para esta época, como os hotéis Apple Core (somente destinos nos EUA), Accor e os da Marriott International. A Marriott, por exemplo, oferece tarifas desde US$99 no ótimo Panama Marriott Hotel (com traslados gratuitos dos hóspedes aos big malls Multiplaza e Metromall durante o período) e oferece US$ 100 de créditos por duas noites de hospedagem nos resorts da Flórida.

Na Accor, as reservas efetuadas durante toda a semana da Black Friday (até dia 29/11) para estadias de 15 de dezembro a 12 de fevereiro têm 30% de desconto sobre o valor normal da diária – e 40% de desconto se o hóspede for associado ao programa Le Club.

Para quem tiver viagem marcada para os EUA para aproveitar as ofertas, vale ficar de olho no site preferido dos gringos para caçar ofertas nesta data antes de sair se esbaldando nas compras: o BlackFridayAds.

E em tempo: quem estiver indo para Miami se acabar na Black Friday pode gostar de ler minha materinha carioca publica hoje aqui e aqui.

Para ler tudo o que já foi publicado sobre a cidade no Pelo Mundo, clique aqui.

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.