Chicago and all that jazz

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Melhores atrações, hotéis, compras, restaurantes, passeios, bairros descolados e o Chicago City Pass

 

 

Que delicia que é embarcar para um destino que nem estava na nossa wish list e voltar completamente apaixonada por ele, não é? Foi o que aconteceu com meu recente caso de amor com Chicago esse mês. Embarquei para o destino numa viagem curtinha a trabalho, a convite da Marriott Hotels como parte dos eventos de sua nova campanha Travel Brilliantly/Viaje Brilhantemente e depois ainda fiquei outros dias na cidade por minha conta e risco – e me encantei com tudo o que vi.

Detalhe da arquitetura fascinante de Chicago

Detalhe da arquitetura fascinante de Chicago

Encontrei em Chicago, como já falei aqui, o casamento perfeito entre Nova York e Boston – que eram, até então, minhas cidades preferidas nos Estados Unidos. Chicago tem todo o clima de cidade grande, boa infra de transportes, belos hotéis e restaurantes, vida cultural abundante, ótimos museus e que tais, mas conserva uma arquitetura fascinante, muitas áreas públicas (inclusive parques imensos) e uma valorização impressionante pela sua própria história (sejam os causos de Al Capone, o grande incêndio ou qualquer outro evento que a cidade atravessou). Sem falar que é segura (voltei algumas noites à pé ou de metrô sozinha para o meu hotel, inclusive de madrugada) e super “walkable” – dá pra explorar a maior parte das atrações à pé e, para as mais distantes, os trens e metrôs servem super bem, ainda que estejam mal cuidados.

O interior do incrível The Blackstone

O interior do incrível The Blackstone (e a mesa de bilhar onde jogaram Paul Newman e Tom Cruise em “A Cor do Dinheiro” )

Quem me acompanhou pelo instagram durante a viagem viu como pirei com a arquitetura da cidade. O tour “Architectural Boat Tour” (US$32) é programaço para entender a construção e urbanização da cidade pré e pós grande incêndio – e uma delícia ver os edifícios sob outra ótica. E o “bean” (em português “feijão”, como é conhecida popularmente a imensa escultura de aço que reflete o skyline de Chicago em pleno Millenium Park) é mesmo imperdível; todo mundo passa um bom tempo ali fotografando a silhueta dos edifícios (ou a sua própria) refletida das mais diversas maneiras.

Como não se encantar pelo "feijão"?

Como não se encantar pelo “feijão”?

O parque em si reserva diversos outros atrativos, sobretudo nos meses do verão: espetáculos musicais e teatrais gratuitos numa belíssima concha acústica instalada quase ao lado do feijão e também cinemas de graça nos imensos gramados, além das fontes de água e jardins internos que fazem a alegria da criançada e bela opção de descanso (ou picnic) durante o passeio.

Gastronomia de primeira, como no ótimo Goosefoot

Gastronomia de primeira, como no ótimo Goosefoot

Para os outros “básicos” da cidade, convém, e muito, adquirir o Chicago City Pass (SkyDeck da Willis Tower, Art Institute, John Hancock Observatory, Shedd Aquarium, The Field Museum etc): com ele você economiza não apenas dinheiro no valor individual de cada atração como, sobretudo, tempo, já que é um grande fura fila em quase todas elas  – para subir na Willis/Sears Tower quando fui, o tempo de espera sem o passe era de 2h; com o passe, demorei meros 15 minutos para chegar ao topo, uma maravilha.  Recomendo mesmo. E é programão subir na torre e pisar nos anexos de vidro, com a cidade literalmente “sob seus pés” 😉 –  vale saber que as filas maiores são entre 10 e 14h e as menores já no anoitecer.

A MagMile, paraíso dos shopaholics

A MagMile, paraíso dos shopaholics

Recomendo muito também uma visita ao incrível Art Institute. Chicago tem ótimos museus (inclusive um de fotografia sensacional, e um de história natural que deixa as crianças piradinhas de euforia), mas o Art Institue é mesmo imperdível, gigante, adorável – e ainda tem uma vista linda do skyline da cidade do terraço do último andar. O John Hancock Observatory também acho mais legal à noite, quando não há filas. Outra opção (com o City Pass, dá pra trocar essa atração pelo também bom museu de Ciência e Indústria) é subir gratuitamente ao Signature Room no 95o. andar e gastar os US$18 da entrada no observatório em um cocktail, desfrutando da mesma vista-desbunde – o bar, apesar de overpriced, está sempre cheio, todas as noites, e a trilha sonora tipo lounge é bem legal.

A farra das crianças nas fontes cheias de caras do Millenium Park

A farra das crianças nas fontes cheias de caras do Millenium Park

O melhor é que Chicago não é feito só de básicos, não. É também um baita destino de compras (da mítica Magnificent Mile às lojas populares da State St ou aos novíssimos outlets a caminho do aeroporto), tremendo destino gastronômico (há quem defenda que alguns dos melhores restaurantes do país estão em Chicago), imensa oferta hoteleira (e muito menos overpriced que Nova York, por exemplo) e mais uma série de novos bairros que atraem visitantes trendy e descolados atrás de suas lojinhas exclusivas, ateliês de jovens designers e estilistas, galerias de arte, cafés e restaurantes bacanudos, como Wicker Park.

Mas tudo isso já é assunto para outro post. And all that jazz 😉

 

Em tempo: dá pra acompanhar todos os posts que estão saindo sobre Chicago no blog (passeios, hotéis, restaurantes, bares etc) seguindo esse link AQUI.

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.