A executiva da South African Airways (SAA)

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O café da manhã servido no trecho Cape Town-Johannesburg

 Penso em milhas cada vez que passo meu cartão de crédito para pagar whatever it is. E tenho uma regra básica e imutável no quesito milhas e pontos de programas de fidelidade, muito bem aprendida via Rodrigo Purisch, e que vocês já estão carecas de saber: milha boa é milha gasta. Ou seja: junto milhas com objetivos palpáveis, específicos, e emito as passagens prêmio assim que meu objetivo é atingido – nada de ficar juntando milhas ao Deus-dará.

Belo espaço entre poltronas no trecho Johannesburg-São Paulo (só  apoio de copo, dividido com o passageiro do lado, não foi muito bem pensado)

 E tenho uma vice-regra, que costumo colocar em prática sempre que possível: melhor se puder ser de executiva. Afinal, o custoXbenefício de uma passagem emita com milhas/pontos na classe executiva é bastante mais interessante que o custoXbenefício de efetivamente pagar por esse bilhete.

As revistas distribuídas pela tripulação no início do voo têm que ser devolvidas no desembarque! #naocurtinadinha

 Pra viagem agora de janeiro/fevereiro, eu só precisava de um único trecho aéreo: como eu fui de navio até a África do Sul, eu só precisava da perna Cape Town-São Paulo. E fiquei CHOCADA com os preços cobrados por esse único trecho em classe econômica – pela própria SAA, saía BEM mais caro só o trecho de volta que a passagem ida e volta desde o Brasil (o voo mais barato era com a Emirates, mas eu teria que voar da Cidade do Cabo até Dubai pra depois voar até São Paulo!)

Menu super bem feitinho, inclusive com carta de vinhos à parte

 Então não pensei duas vezes sobre emitir esse trecho com meus pontos do fidelidade TAM. Com a TAM integra a Star Alliance, dava pra emitir bonitinho com a SAA, que é o trajeto mais óbvio, curto e prático possível (via Joanesburgo) – eu tinha gostado muito dos voos que fiz com eles em 2010 (como vocês podem lembrar aqui). E,  por 40 mil pontos (que era exatamente o que eu usaria por um trecho na econômica para a Europa na mesma época), emitir a passagem prêmio na Executiva me pareceu um baita negócio. E foi mesmo.

Canapés e champagne servidos antes do almoço

Check in rápido na Cidade do Cabo, bons lounges ali e em Joanesburgo e serviço bem bacana à bordo. Na verdade, curti menos os comissários que me atenderam esse ano na business que os da econômica há dois anos; mas em termos de conforto, espaço, entretenimento à bordo e, sobretudo, qualidade das refeições, não tenho mesmo do que me queixar.

A entradinha ultra caprichada do almoço

Curiosidade: sabia que nos filmes do entretenimento à bordo as cenas de sexo são cortadas e faz “piiiiii” cada vez que algum personagem fala algum palavrão? Jupurdeus.

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.