Comida de avião: você encara?

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Meu jantar na econômica da SAA no voo GRU-Joanesburgo: simples e honesta

Ninguém nunca foi apaixonado por comida de avião. Afinal, comer comidinha pré-pronta e requentada a muchos milhares de pés de altura não tem mesmo como ser um experiência gastronômica. E muito também já foi dito, aqui e ali, sobre como a comida e os serviços de bordo em geral pioraram nas áreas após o 11 de setembro e blá blá blá. Até porque nem na classe executiva hoje em dia se tem garantia de comer uma refeição interessante. 
Tenho conversado com alguns amigos jornalistas que viajam muito o ano inteiro como eu e a maioria tem me contado que simplesmente não come mais à bordo. Nada. Que toma um lanchinho em casa, no aeroporto ou na sala vip antes de embarcar e a única coisa que consome a bordo é água e ponto final.
Tenho outros amigos não jornalistas que sempre pedem alimentação especial. Nem são vegetarianos ou diabéticos ou judeus mas acabam pedindo às companhias aéreas por pratos vegan, diet ou kosher porque, como diz uma delas, “é a única garantia de que eu terei uma refeição menos insossa e pasteurizada que a do serviço padrão”.
Ok, eu não sou tão radical assim.  Acho que, até pela nossa saúde, a gente tem que ser moderado no quesito alimentação nas alturas: moderado no álcool, moderado nos alimentos, sempre. Se eu estou voando no horário do jantar, eu sou do time que aceita o jantar à bordo, sim; peço sempre a massa, que costuma ser a opção mais segura no quesito bem-estar e também no quesito sabor. Não acho que role enfrentar um voo de dez, onze horas de duração sem comer – ainda mais que eu não durmo em aviões. E minha médica também concorda: nada de grandes períodos sem se alimentar. Durante o voo, eu fico tomando bastante água – bom, bastante na medida o máximo que eu me lembro de tomar, né? #shameonme
E, sendo bem franca, entre tantas comidinhas insossas, como a da Air China, por exemplo, eu até andei tendo surpresas agradáveis em refeições noturnas da TAM e South African.
O café da manhã, sim, eu costumo dispensar, ou comer só a frutinha ou o queijinho e o suco, até porque quando a gente está prestes a pousar, depois de trocentas horas amassado em voo, o apetite nem tchuns, né? E também porque eu sei que dali a pouco estarei deixando as malas no hotel e liberadíssima pra sair e tomar um bom café da manhã, como se deve.
E você? Encara comida de bordo numa boa? E, se encara, qual costuma ser sua opção?

P.S.: Aproveita e lê esse texto BEM bacana do meu amigo Eduardo Maia, do Globo, sobre o universo das refeições a bordo e a big diferença  entre o que se serve na econômica e na executiva.

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.