Córsega

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InstagramCapture_4d657d2b-16ed-4079-9284-a91697623bad O começo da novelinha pela fascinante e encantadora ilha francesa

 

 

 

 

 

 

Estou em Porto Vecchio, cidadezinha encantadora no sul da Córsega. E estou absolutamente IN LOVE com a ilha. Tenho fascínio por essa ilhota francesa no Mediterrâneo desde criança, por causa das histórias de disputas e de Napoleão. Mas agora, que já estou na ilha há quatro dias, posso garantir que essas terras vão muito, mas muuuuuuito além disso. É tanta, mas tanta beleza em toda parte, que ando com dificuldade de elencar diariamente as coisas que mais gostei de tudo que vi – e olha que peguei chuva na maior parte do tempo nos três primeiros dias por aqui. Que ilha!

Córsega

É como um pedaço da Itália em território francês. É Itália, é França e é muita autenticidade corsa, tudo junto e misturado o tempo todo – um encanto! Povo cálido, simpático, sorridente, meio espalhafatoso como os italianos – assim como a língua sonora, “cantada”, animada (embora o francês seja a língua oficial, entre eles, os moradores geralmente falam em língua corsa, que lembra muito a língua italiana). Cidades tomadas de história, da arquitetura tão diversa às fachadas marcadas com balas de tantas disputas e conflitos em outros tempos. E uma beleza natural surreal, meio mágica, daquele tipo que a gente fica abobado olhando, sem saber direito o que fazer, mesmo debaixo de chuva.

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Não bastasse tudo isso, a ilha ainda tem uma gastronomia riquíssima, de restaurantes super locais, como o adorável Chez Leon, em Cateri, aos quatro restaurantes dos hotéis que levam a bandeira Relais&Chateaux na ilha (como os ótimos La Signoria e Les Bergeries de Palombaggia) ou estrelados no Michelin (como o CasadelMar). Curiosamente, como a história da Córsega trata mais de vida nas montanhas que à beira-mar, queijos deliciosos, charcuterie de primeira e carnes de caça (como o javali) estrelam os cardápios – mas há também fartura de peixes e frutos do mar, é claro. E ainda tem vinhedos lindos e vinhos excelentes, pra ninguém botar defeito (a vinícola Toraccia, aliás, vale MUITO a visita).

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Dos muitos vilarejos e cidades encantadores da ilha, adorei Ile Rousse, Pigna, Corte, Calvi, Porto Vecchio. Ruelas estreitas, predinhos encantadores, jeitinho pacato, cálido e acolhedor em toda parte, sempre entre montanha e mar. Mas confesso que foi por Bonifácio que meu coração bateu mais forte – principalmente pelas espetaculares falésias que fizeram a fama da cidade, altíssimas, sinuosas, debruçadas sobre o mar. Impossível ali, hipnotizada pelas cores e formas surreais, não lembrar de Stendhal questionando “por que? Por que tanta beleza???”.  Surreal.

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Tem mais Córsega por aí, é claro; mas já adianto que é mesmo daquelas ilhas para todo mundo colocar na wish list de viagem – mesmo. A Air France, que patrocinou meus voos de Paris -Córsega-Paris, voa diariamente de Paris, em distintos horários, tanto para Bastia quanto para Ajaccio, utilizando aviões da Air Corsica; os voos são curtinhos, com cerca de 1h30 de duração.

 

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.