De tapas pelos mercados de Madri

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 Sair de tapas em Madri é, sem dúvida (e me desculpem), meu programa predileto na cidade.  E acho sensacional que, desde a primeira vez que estive lá, há 12 anos, a cidade não parou de se reinventar nesse quesito, com mais e mais bares e botecos abrindo suas portas para gente ávida por petiscos acompanhados de uma bela taça de vinho ou uma caña.
Dentre as grandes ideias gastronômicas – dessa chamada baixa gastronomia madrileña – que surgiram na última década, os mercados arrumadinhos madrileños ganharam definitivamente os turistas. Aliás, eles ficaram tão legais que ganharam também o carinho de vários moradores.

 O Mercado de San Miguel, bem do ladinho da Plaza Mayor de Madri, já faz um tempo que é queridinho dos brasileiros – e continua mandando bem. O único senão é que é sempre suuuuper muvucado e encontrar ali um canto nos balcões pra se espremer é difícil; encontrar uma mesinha pra se instalar, então, é quase um milagre.

 Mas o ambiente é gostoso, com gente do mundo inteiro comendo (e fotografando!!!) os quitutes espanhóis, e é também muito limpo – o pessoal da limpeza passa o tempo todo recolhendo pratinhos, talheres, copos etc. Ali você escolhe o que quer, seja no estilo tapas, seja no estilo prato – tem de tostas e azeitonas a pratos de paella e carnes, além de docinhos, sorvetes e até, well, crepes.

 As azeitonas do quiosque de azeitonas são um clássico do mercado: você pode comprar por espetinho (desde 1,50 cada) ou por pratinhos sortidos (de 2, 3 ou 4 euros).  Combinam com tudo, de caña a sangria.

 Também são clássicos do mercado os quitutes do stand de bacalhau – de 1 a 2 euros cada tosta coberta com bacalhau ou frutos do mar.

 Quem vai para o tapeo no adorável bairro de Chueca deve fazer uma paradinha básica ao menos no fofo, fofo, fofo – e beeeeem menos muvucado – Mercado de San Antón. No subsolo funciona um supermercado e no andar térreo o mercado propriamente dito, com carnes, verduras, queijos, frutas e afins.

 É no segundo andar que o mercado vira cool, cheio de stands para o tapeo – das tapas tradicionais aos sorvetes e um monte de sushis.

 As tapas são super estilosas, com aquele jeito bonitão dos pintxos do país basco, e tem também uns pratos bem caprichadinhos, tanto individuais quanto para dividir – e encontrar uma mesinha ali para fazer uma boa pausa não é difícil, não.

 Mas, para mim, por mais que eu adore o tapeo español, o maior tesouro do Mercado de San Antón está na sua cobertura, no fofíssimo restaurante La Cocina de San Antón.

 Ali, além de ter um terraço lindo, lindo, lindo, com vista para Madri, perfeitinho para tomar um drink ou uma taça de vinho, seja dia ou noite, também tem o restaurante propriamente dito, que funciona dia e noite num ambiente todo descoladinho, com pratos bem gostosinhos – e baratos.

Mas sobre ele eu falo no próximo post 😉

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.