Edimburgo: para quando você for

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Como chegar:
Em geral, a maioria dos turistas chega à Edimburgo vinda de Londres – 1h30 de avião ou 4h30 em trem. Mas há também voos (inclusive de companhias low cost, como a Ryanair) de várias cidades européias para lá todos os dias. O aeroporto de Edimburgo é lindo, moderno e super bem estruturado, eficientíssimo – tanto para chegadas quanto para partidas.

Onde ficar:
Essa é uma decisão bem pessoal, depende do perfil do viajante. Eu fiquei dos dois “lados” – Old City e New City – e gostei de ambos (ficar em zonas que não sejam nenhuma dessas duas eu não recomendo, não; o bom de Edimburgo é o fato da maioria das atrações estar bem concentrada). A vantagem de ficar na parte antiga é estar bem pertinho da maioria das atrações: Castelo, Royal Mile, Palácio, maioria dos museus. A vantagem de ficar na parte nova é estar pertinho da zona comercial e da maior movida noturna. Há muitos hotéis nas duas regiões – dos econômicos Travelodge aos bambambans tipo The Balmoral – e qualquer maneira, bastam 15 minutos de caminhada para cruzar da parte nova à antiga e vice-versa, bem tranquilo.

Quanto tempo:
Eu diria pelo menos 3 dias. Se você fizer tudo muito rapidinho, até em dois dá. Mas o próprio Castelo, por exemplo, se formos visitar todos os museus e atrações que existem ali dentro, a gente leva fácil um (prazeiroso) dia inteirinho. Em 3 dias dá pra fazer todas as principais atrações com calma. Mas já aviso: fiquei 3 dias inteiros e achei pouco, muito pouco, porque a cidade, além de linda, e muito agradável, deliciosa para explorar andando, dia e noite.

Como se locomover:
Do principal de Edimburgo, New City e Old City, dá pra fazer tudo à pé numa boa. Você vai acabar usando táxi, no máximo, para o jantar; nem dos (bons) ônibus do transporte público da cidade a gente precisa. Os táxis não são exatamente caros, mas a gente precisa realmente bem pouco deles. Só precisamos mesmo de transporte para explorar áreas um pouquinho mais afastadas, como a zona portuária de Leith e os museus e bosques de Dean Village. De resto, um calçado bem confortável que a cidade, apesar da geografia cheia de subidas e descidas, é deliciosa par caminhar.
Uma opção boa para quem tem pouco tempo na cidade é usar os CitySightseeing Bus de Edimburgo: há 4 rotas diferentes disponíveis (temáticas, e bem interessantes até) e, se você comprar o passe de 48h, pode usar as quatro rotas quando quiser, como quiser, durante esse período (o ticket normal é válido por 24h consecutivas, mas para apenas uma das quatro rotas disponíveis).

O que ver:
Eu falo sobre as principais atrações da cidade nesse post aqui. De qualquer maneira, recomendo muito os básicos: Castelo, Palácio Real e National Gallery, o divertido (e gratuito) Museum of the Mound, a visita e a vista panorâmica de Calton Hill, a linda zona portuária de Leith e os museus modernosos de Dean Village. Dicas de lugares gostosos para comer (muito) bem, aqui.

Moeda:
Como os demais destinos britânicos, a moeda é a libra. E, também como nos demais destinos britânicos, ali usa-se tanto as notas e moedas inglesas como notas e moedas locais também, emitidas pelo Bank of Scotland. Há caixas ATM e casas de câmbio em simplesmente toda parte.

Época:
O verão é óbviamente a época mais quente, com mais atividades culturais gratuitas, mas também a época mais cheia e cara. Particularmente, achei excelente a visita no outono: peguei dias lindíssimos, de sol e céu azul; mas, para os friorentos, vale lembar que a temperatura dificilmente ultrapassa os 15 graus nessa época. O inverno, dizem, costuma ser bem gelado e chuvoso e a primavera ensolarada e fresquinha como o outono.

Chegando e saindo: 
Do aeroporto de Edimburgo para seu hotel, além da grande oferta de táxis, há várias empresas oferecendo esse serviço em sistema de transfer privativo – a corrida pode sair mais barata se você já reservar ida e volta. Quem não liga para ser deixado exatamente em frente ao seu hotel pode fazer esse trajeto até Old City ou New City utilizando o ótimo e super frequente Airlink, o ônibus que, por 6 libras (ida e volta!) conecta o centro da cidade com o aeroporto.

Infos:
Antes da viagem peguei muitas dicas sobre a cidade no ótimo Contando as Horas. As informações oficiais do turismo escocês, excelentes, estão no VisitScotland.com

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.