Em Salvador travêiz: no Vila Galé

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 Pin It Share 0 0 Flares ×

Essa viagem teve direito a paradinhas adoráveis em Salvador na ida e na volta da Península do Maraú – sim, eu sou mesmo desse tipo que faz todo stop virar uma estadia, nem que seja de uma única noite (acho um desperdício usar um lugar, ainda mais legal, apenas como ponto de conexão). E, na volta do Kiaroa, eu fiquei no Vila Galé Salvador, na praia de Ondina.
O foco do hotel, apesar de receber, claro, muitos turistas, é mesmo business (isso dá pra perceber rapidinho no check in/out e de manhã cedinho no café da manhã). Quem procura resort, tem que ficar em outra unidade da rede na Bahia, o Vila Galé Marés (que fica a uma horinha do aeroporto de SSA, mais ou menos). Ainda assim, o hotel tem uma piscina adulto e outra infantil, e o bar da piscina, apesar de pequeno, até que é legal (caipirinha por inacreditáveis R$6).
Quem se hospeda ali não fica pé na areia, não; esse trecho de Ondina não é pra banho de mar, porque é cheio de pedras mesmo. Mas dali é bem fácil se locomover por Salvador, inclusive com o transporte público (que passa a 3 quadras do hotel) – dá pra chegar rapidinho na minha prainha favorita, a Porto da Barra; ou no Pelourinho; ou comer um acarajé no Rio Vermelho, ali do lado (dá até pra chegar no hotel com o “frescão”, o ônibus executivo (???) que vem do aeroporto e para na avenida Oceânica e custa apenas R$3. (curiosamente, fiquei ali do ladinho, no hoje fechado Salvador Praia, da primeira vez que fui a Salvador, ha 11 anos)

Os quartos são grandes, bonitos, funcionais e bem conservados – mas os com vista pra rua perdem metade da graça (aliás, tem uns ótimos no primeiro andar, com vista pro mar, que levam de brinde uma big varanda). O atendimento deixou a desejar na moça das tapiocas do café da manhã, de cara amarradíssima, e no check in/out, bastante demorado. Mas o saldo geral foi positivo. Ainda mais que saí de Maraú com chuva, num dia beeem feio, e cheguei em Salvador num finzinho de tarde lindo, lindo.
Aliás, a rede Vila Galé (de origem portuguesa) tem crescido bastante no Brasil e hoje já é maior rede de resorts por aqui – tá inaugurando hotel em Cumbuco, CE, por esses dias, e também assumiu e reformou os Blue Trees de Angra e do Cabo de Santo Agostinho, entre outras unidades. Vale ficar de olho no site, que tem promoções interessantes (como as do Dia dos Namorados que estão rolando agora).

HIGH – Os quartos são BEM espaçosos e com decor bonito, em tons pastéis, cama confortabilíssima e poltrona e cadeiras cheias de bossa. Também tem armário grande e um big banheiro, e os preços do restaurante (sem charme mas com comida bem razoável), do room service e dos bares são bem bons também.
LOW – O restaurante não tem charme algum, a internet é cobrada à parte (R$20 por dia), as TVs ainda são das antigas e o cofre do quarto não tem tamanho nem para o netbook, quanto mais para o notebook.

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 Pin It Share 0 0 Flares ×

About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.