Firenze: amore mio

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A cidade vista do alto do Piazzoleta Michelangelo é ainda mais linda

 Vocês já sabem que eu tenho um amor todo especial pela Toscana e, especialmente, por Florença . E não é pra menos, vá: além de ser tranquila, facilmente explorável à pé e gastronomicamente deliciosa, a cidade é, nada mais, nada menos, que o berço do Renascimento, um sem fim de grandes museus e obras de arte a céu aberto. Simplesmente linda.

O clássico cartão postal da cidade é mesmo lindo, né, não?

 No antes e no depois dessa última exploração toscana, é claro que eu quis ficar em Florença. Continuo achando a cidade uma baita base pra quem quer conhecer a Toscana usando transporte público (falo sobre outras opções pra quem quer fazer a Toscana de carro aqui) e simplesmente não me canso de andar por aquelas ruelas tortas do centro histórico ou de cruzar para o outro lado do Arno. Da estação de trens Santa Maria Novella ou da estação de ônibus logo ao lado, se chega fácil a qualquer canto, seja na Itália ou não.

Por que tanta beleza, por que????, diria Stendhal

As atrações são quase infinitas – foi minha terceira vez na cidade, sendo que da vez anterior passei um mês por ali, e ainda descobri novos cantos, novos pequenos tesouros.

Endereço perfeito para o por-do-sol

 Pra quem vai pela primeira vez, recomendo 3 dias inteiros na cidade. Afinal, a Uffizi e a Galleria dell´Accademia, além de imperdíveis e grandes, também demandam bom tempo de fila. E, depois, ainda tem outros vários museus interessantes na cidade (adoro o do Bargello, por exemplo), uma igreja mais linda que a outra (nem só de Duomo vive Florença, certo? e várias têm concertos de órgão ou canto gregoriano for free) e toda a delícia dos mercados, pontes, ruas, praças, de um lado e de outro do Arno.

Mesmo em reforma, continua imponente que só

 Comer bem ali é tarefa fácil: são muitos os bons restaurantes na cidade, e sempre com preços bem acessíveis, mesmo nos melhores hotéis. Minha preferida, como vocês já sabem, é a Trattoria Ponte Vecchio. Para alta gastronomia, o Il Palagio, do Four Seasons, é simplesmente impecável, irretocável.

De ruela em ruela (e olha o Duomo ali, gente!)

 Visitar o Mercatto é mandatório: impossível não passar horas entre os standes cheirando, provando tantas delícias diferentes – e sair dali de mãos vazias é, pra mim, tarefa absolutamente impossível. Do lado de fora, ainda dá pra zanzar entre as barraquinhas de San Lorenzo (de bolsas falsificadas a lembrancinhas da cidade, tem TUDO ali), a maioria sob comando de imigrantes brasileiros (aliás, a comunidade de brasileiros na cidade é a segunda maior, sabiam?)

De praça em praça

Vou confessar: acho difícil sair dos limites do centro. A Florença menos amarronzada e mais moderna, que fica pra além dos limites da Fortezza di Basso e da Piazzoleta Michelangelo, me é bem menos sedutora que a Florença clássica 🙂

E nós achando que São Paulo que tem motos demais, né? 😛

 Mas atravessar para o outro lado do Arno é fundamental, hein? Um emaranhado de ruelas sensacional se revela além do Palazzo Pitti, imperdível – uma pena que muitos turistas nunca ultrapassem essa fronteira.

Os artistas de rua sempre me cativam

 Participar de um autêntico happy hour fiorentino – la ora del aperitivo – também é fundamental. Em vários lugares você desfruta de praticamente um belo jantar pelo preço do que você consumir de bebida – continuo achando o Moyo imbátivel, tanto pelo ambiente (lo-ta-do e delicioso) quanto pelos risottos e massas excelentes servidos.

Todo ano, o mesmo carrossel e a mesma bandinha de cordas na Reppublica

 E, entre um capuccino e um bom prato de pici, você ainda tem que se submeter àquela árdua tarefa de descobrir qual sua sorveteria preferida na cidade. Eu, que já tenho a minha faz tempo, ainda assim sempre me OBRIGO a tirar a dúvida a cada visita 😉

Quer melhor lugar pra provar gelattos?

 E, como vocês já sabem, devo encarar ainda uma nova temporada fiorentina no próximo janeiro, em meio ao invernaço glacial que prevêm pra região. Well, acho que nada que um bom sangiovese não resolva :-)))))

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.