Home Exchange

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A idéia de passar um mês numa capital européia, próximo às melhores atrações da cidade, sem pagar absolutamente nada por isso, parece bastante utópica, não? Mas muitos brasileiros estão aprendendo a torná-la realidade através dos programas de home exchange (troca de casas).
Um dos maiores empurrões neste sentido foi a recente comédia romântica O Amor não tira férias (The Holiday), em que Cameron Diaz e Drew Barrymore trocam de casas durante as festas de final de ano e encontram os amores de suas vidas durante a viagem.
O pioneiro neste setor foi o programa Hospitality Exchange (www.hospex.com, US$20/ano), fundado em 1965. Hoje, são vários os programas que tornam a troca de imóveis nas férias possível gratuitamente ou, no máximo, através do pagamento de uma taxa anual de inscrição que gira entre 100 e 150 dólares por usuário cadastrado.
Os programas de troca de casas e apartamentos durante férias estão todos disponíveis via Internet e representam uma economia considerável de dinheiro ao viajante – uma semana de hotel bem localizado em Paris , por exemplo, custa para um casal no mínimo 900 euros.
Mas toda essa economia precisa mesmo de uma contrapartida: para usufruir do benefício no destino pretendido, você também tem que ceder sua residência ao dono do imóvel onde você pretende passar suas férias.
Enquanto europeus e americanos utilizam os serviços de home exchange regularmente, os brasileiros ainda são minoria. Mas quem experimenta, garante que quer continuar passando as férias desse jeito. Os sites que oferecem o serviço garantem segurança e até anonimato. As mensagens são todas trocadas via site e só compartilha informações pessoais quem resolve mesmo finalizar o processo da troca. O acerto final só acontece depois da troca de fotos das casas, dos destinos, da localização dos imóveis e da concordância mútua sobre as datas das viagens.
No Brasil, há sites como o www.trocacasa.com.br , filial brasileira da Home Exchange original, que cobra US$ 99.95 por ano do usuário cadastrado. Fora do Brasil, tente o Home Exchange (www.homeexchange.com, US$ 99,95/ano), a Intervac (www.intervac.com, US$ 90 euros/ano) ou a Home Link (www.homelink.org, a partir de 70 euros/ano). Para não pagar nadinha mesmo, só no Switch Home (www.switchome.org), que atua em 78 países, ou no Global Free Loaders (www.globalfreeloaders.com), que já possui mais de 400 usuários no Brasil.

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.