Hotel review: JW Marriott Mexico City

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 Como eu contei no post anterior, eu gosto muito, muito mesmo, de me hospedar em Polanco. O bairro, além de ser super walkable e arborizado, tem sempre tudo pertinho: montes de lojas (das lojinhas locais e fast fashion dos malls às big brands como Vuitton, Hermès etc), galerias, cafés e bons restaurantes espalhados por suas ruas.

 E o JW Marriott da Cidade do México tem uma localização excelente, bem pertinho da divisa de Polanco com os Bosques de Chapultepec (onde ficam não só os bosques propriamente ditos, mas também o castelo e o absolutamente divino Museo de Antropologia). Bem bolado, o predião tem duas saídas: uma para o lado do parque e outra para Polanco propriamente dito, o que facilita bastante não só quando a gente sai caminhando mas também para chegar e sair em táxi.

 O lobby é bem grandão, dividido em 3 ambientes e rodeado por dois restaurantes. Os quartos standard são amplos, decorados com cores claras e móveis mais antigos, LCD, banheiros bem planejados e divididos, aromas miniatura da Aromatherapy.

A vista de um dos lados do Executive Lounge

 A grande sacada dos hotéis JW – como eu já contei para vocês em experiências anteriores – é a gente se hospedar nos Executive Floors. Quem se hospeda neles tem acesso também ao Executive Lounge do hotel e ali pode tomar o café da manhã sempre incluído, acessar internet gratuitamente, e ter petisquinhos, cafés etc o dia inteiro, como num lounge de aeroporto mesmo. No caso do JW Marriott da Cidade do México foi uma grata surpresa: os vinhos também estavam sempre incluídos ao longo do dia, das 19 às 22h era servido prato quente também e o serviço era mesmo notável, com atendimento rápido e cuidadoso, com os hóspedes sendo chamados pelo nome (algo raríssimo nesse tipo de hotel business). Frequentei  – e bastante – nos 3 dias que me hospedei lá, é claro. E, localizado no 19o. andar, ainda tinha uma vista lindona da cidade.

O terraço da piscina

 Tem jeito todo antigão, mas a piscina no 7o. andar, spa e um belo fitness center completam os atrativos.

Uma das alas do lobby
O predião do hotel visto de fora
Café com brownie à tarde: um dos mimos do Executive Lounge

Meu ponto crítico? O serviço de concierge. Misturados com os maleteiros, os concierges (eram vários) estavam sempre apressados, sérios e davam informações muito rápidas e superficiais, uma pena – peguei dicas melhores com as meninas da recepção que lá. 
Diárias a US$149 direto no site do hotel (vale lembrar que os valores variam muito ao longo do ano e, como se trata de um hotel focado em business, a hospedagem de fim de semana costuma ser bem mais em conta).

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.