Hotel review: Mandarin Oriental Hyde Park, London

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 Da série Londres , do final de fevereiro/começo de março, ficaram faltando algumas reviews de hotéis – inclusive do bambambam Mandarin Oriental Hyde Park, que literalmente LOTA de brasileiros o ano todo. O hotel é lindo, numa localização impecável, de cara pro metrô de Knightsbridge, numa vizinhança deliciosa, a passos do Hyde Park.

 Banheiros tinindo, super espaçosos e bem sacados.

 Os quartos são muito, muito grandes, de decoração muito elegante – bem clássica e rococó, mas sem ser brega. E cheia de tecnologias, como a TV que se ajusta sozinha, uma loucura.

 Como sempre acontece nos hotéis da rede, o MOLON também cobre seus hóspedes de mimos, com o gentil docinho deixado com a carta de boas vindas.

 O meu quarto teve um senão: as portas/janelas para a varanda simplesmente não abriam – afinal, usam a big varanda em frente, de onde saem as bandeiras da fachada, para armazenar cadeiras, mesas e outros objetos em desuso (!!!!). Uma pena, sério. E também foi muito barulhento: estava no primeiro andar, em frente à lavanderia, barulho 24h – please, evitem o quarto 107 (hóspedes de outros quartos garantiram dormir feito anjos, sem distúrbio nenhum).

 O serviço foi impecável, sem que eu pudesse reclamar de uma vírgula. E ainda deixam um colchonetinho de yoga no closet, um charme. Roupão, chinelinho, água e chocolatinho no turndown service, tudo como deve ser.

O detalhe das chaves super bem boladas

 O café da manhã é servido à la carte – como eu acho que deve ser num hotel de luxo desse porte – no gostoso Bar Boulud, com ótimo serviço e excelente menu.

 O cuidado com as flores muito frescas e detalhes fofos na decoração – como telefones MUITO antigos em pleno funcionamento nos halls – estão por toda parte.

O bar definitivamente MERECE sua visita, mesmo que você não seja hóspede. Um dos bares mais cool em que eu estive em Londres, com muita gente interessante, vibe super legal e drinks excelentes (tomei um strawberry manhattan de matar).

O senão: a internet é cobrada à parte, e cara. No business center é gratuita, mas existem ali apenas 3 computadores e não tem como vc conectar seu próprio notebook na rede.
Mas baita hotel, viu?

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.