Hotel review: Saxon Boutique Hotel, Joanesburgo

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 Antes de eu embarcar para a África do Sul, o darling Edu Luz, que tinha acabado de voltar do país, me avisou que o Saxon Boutique Hotel era um hotelaço. E eu sabia que podia ir feliz e contente porque o Edu tem um gosto sensacional para hotelaria.

 Foi ali que fiquei hospedada antes de começar oficialmente a viagem a trabalho para Maurício e depois África do Sul. E, ó, vou dizer pra vocês que o Saxon ainda assim superou minhas expectativas

 Pra começar, o lugar é cheio de história: foi ali, entre outras tantas coisas, que Mandela foi morar logo após ter sido liberado de seus 27 anos de prisão.

 Parte da história da casa é contada através de fotos em preto e branco espalhadas por algumas das paredes do hotel, dando um toque nostálgico muito bacana ao local.

Os terraços dos quartos se abrem para um verde inimaginável em Joburg… 
… com direito a aves e outros animalitos bem pertinho 

 As diárias são salgadas mas os quartos são mesmo sensacionais: enormes, todos com varandinha para os quintais de puro verde (a gente nem acha que tá em plena Joburg), champagne na chegada, minibar todo incluído, internet grátis, amenidades Molton Brown. E, mais importante que tudo isso junto, serviço show de bola.

Mas é o acervo de arte que impressiona mesmo, o tempo todo, seja ao passarmos pelas áreas comuns, corredores, restaurantes…

Tem piscina mais low profile, nos “fundos”…
… e outra gigante, tipo espelho d´agua, perfeitinha para ver o por-do-sol 

 Todos os lounges e áreas comuns têm obras de arte e objetos de design espalhados e muita, muuuita estampa “animalesca” – mas, mesmo com os exageros (tipo o tapete de zebra), com razoável elegância.

 A gigantesca casa (sim, era uma casa de família antes de ser convertida em hotel), com direito a mega escadaria no lobby scarlet-o´hara- type, fica no bairro homônimo, basicamente residencial, onde ficam outras casas tipo cai-queixo

A genial passagem suspensa para o spa

 Quem não quiser sair do hotel para comer, nem precisa: o bacanudo Qunu tem menu africano do chef David Higgs e Five Hundred procura misturar os conceitos de gastronomia, vinhos e arte, com os chefs e sommeliers circulando por entre os convidados, trocando ideias – e chamando MUITO a atenção com os maiores e mais escalafobéticos decantadores que já vi o.O

Hotelaço. Bem que o Edu me avisou. 

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.