Hotel review: Shangri-la Toronto, Canadá

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Enquanto rolou a parte da viagem a trabalho para Toronto, a convite do turismo do Canadá (depois eu estiquei a viagem por mais uns dias e lugarzinhos por minha própria conta mesmo, como vocês verão nos posts seguintes), ficamos hospedados no Shangri-la Toronto.
A rede hoteleira Shangri-la é uma das principais no mercado de hotelaria internacional de luxo e fazia tempo que eu queria me hospedar de fato em um de seus hotéis (os que eu já conhecia, conhecia só de visitar). Foi ótimo calhar de ser justo em Toronto, já que o hotel está tinindo, inaugurado há pouco tempo.

Check in rápido, staff atencioso, recepção super informal, sem cara de recepção de hotel, achei bem legal.  O quarto era muito bom, bem espaçoso e elegante. O banheiro é lindo, com duas cubas, banheira,  amenidades L´Occitane e uns ótimos kits próprios do hotel com escovas de dentes e afins.

Cartão de boas-vindas à mão, como manda a delicadeza oriental

 Adorei o mega kit geek na mesa de trabalho com adaptadores para tomadas que nem existem no meu adaptador universal, cabos de todo tipo, uma maravilha! E internet grátis, é claro.

 A vista do meu quarto não era nada demais (abaixo), mas soube que de alguns quartos se vê bem a CN Tower.

 O spa, novinho em folha, é Caudalie. Instalações lindas, atendentes super simpáticas (mas não fiquei para fazer massagem).  Tem também um imenso fitness center (com sala de yoga e tudo) e uma piscina térmica panorâmica linda, cheia de estilo, com espreguiçadeiras e caminhas bali-style.

No café da manhã, o serviço é lento e desatento; mas a comida é boa e o people watching também: encontrei Jack Bauer, ops, Kiefer Sutherland num dia, Anne Hathaway no outro, uma loucura (encontrei até a Ale Forbes, rá! – e por acaso mesmo).

Falando em people watching, o bar, batizado de The Bar (essa mania da hotelaria contemporânea), é um baita lugar para isso. Em todas as noites, o local estava, literalmente, lotado. Música ao vivo boa, depois música lounge boa com DJ, drinks saindo o tempo todo, a todo vapor. O bar fica tão cheio que não só lota o balcão e arredores do bar propriamente dito como lota de gente, sentada e em pé, o imenso lounge do hotel que fica anexo.
O que eu gostei mesmo foi da localização, na University Avenue: em dias bonitos, dá pra ir a pé até a CN Tower (fui num dia de chuva mesmo, por sinal), o Eaton Centre, a AGO e a vários outros lugares legais do centro. Para ir mais longe, o metrô fica a uma quadra do hotel. E depois descobri, já na parte da viagem por minha conta, que o Airport Express para bem ali.

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.