Hotel review: The Marmara Taksim

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O que o hotel tem de IMBATÍVEL: a vista! Todos os quartos “sea view” têm a parede de vidro, maravilhosa

 Minha reserva para a viagem a Istambul contemplava quatro noites de hospedagem no The Marmara Taksim (acabou virando cinco noites na cidade, com a primeira noite num outro hotel, mas isso é outro assunto). A cadeia hoteleira Marmara tem vários hotéis na cidade, em várias regiões diferentes. E o The Marmara Taksim tem toda uma história com a cidade, sendo um hotel antiquíssimo totalmente reformado e transformado num dos ícones da rede.
Meu único senão é que o hotel é vendido como hotel de luxo e isso ele não é, mesmo.

 O quarto é bem espaçoso e a vista que se tem das unidades “sea view” é mesmo imbatível: lado europeu e asiático, Haya Sofia, Mesquita Azul, Bósforo, Golden Horn, Torre Gálata, tá tudo ali na imensa janelona de vidro que ocupa quase toda a parede do fundo.

 Banheiro também bem, bem espaçoso mesmo, com uma divisão curiosa da parte de banho, como se vê na foto abaixo:

 O quarto é muito confortável: cama bem grande e macia, bons travesseiros, sofá pra contemplar a maxi vista, TV com bastantes canais, wifi grátis no hotel inteirinho.

 E foram simpáticos de deixar a cestinha de frutas de boas vindas.

 (sem falar das coffee making facilities e água mineral todos os dias, itens que eu acho que deveriam ser obrigatórios – sempre free – em qualquer hotel)

As minhas queixas dizem respeito ao serviço. Não, não é ruim; e o preço das diárias é bem interessante, ainda mais que o hotel está literalmente NA Taksim Square, de frente para o metrô, pertinho de vários restaurantes e lojas interessantes e com acesso bem fácil para Sultanahment.
O lobby é todo modernoso, com bastante vermelho na decoração, e o bar é bem decente – fica cheio de moradores locais no começo da noite.
Só que a recepção é bem fraquinha e lenta, o inglês dos funcionários é sofrível (no café da manhã, era um hóspede ajudando outro porque a maioria dos garçons simplesmente não entendia muita coisa em inglês) e o concierge só faz figuração (não soube indicar nada, nada, que não estivesse em letras garrafais em qualquer guia sobre a cidade.  E não há turndown service ou qualquer outro cuidado do gênero com o hóspede. E daí não tem como se definir como hotel de luxo, né?
Mas é bem decente. E vale dizer que estava lotadinho de brasileiros, viu? Na hora do café da manhã, português era a língua que mais se ouvia por ali.

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.