Hotel review: The Roosvelt, NY

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Eis aqui um post do tipo antes-tarde-do-que-nunca. Fiquei hospedada no The Roosvelt em 3 das noites que passei em Nova York em abril, lembram?
Não, o The Roosvelt não tem nada do tipo de hotel que eu busco. É que eu ganhei essas três noites numa promoção da Royal Holiday no ano passado e, claro, três noites de hotel free em Nova York a gente não desperdiça por nada, certo? 😉
O Roosvelt é, junto com o Pensilvânia, dos hotéis mais vendidos para brasileiros nos pacotes turísticos – e realmente só dava brasileiro quando eu estive lá (me contaram depois que o público do hotel é majoritariamente brasileiro o ano inteiro).
A localização do hotel é bem legal pra quem visita a cidade pela primeira vez: fica na 45th, a literalmente duas quadras da Grand Central e bem perto da muvuca da Times Square etc. Taí o ponto forte.

Os quartos são bem espaçosos, é verdade – com aquelas duas camas tipicamente americanas onde podem dormir um casal e mais duas crianças. E fiquei surpresa de encontrar na minha cama roupão e chinelinhos, coisa que esse tipo de hotel mais turistão (são mais de mil, MIL quartos no hotel!) não costuma oferecer.

Já o banheiro precisava de uma bela rehab, o carpetão do quarto era sofrível e o ar-condicionado fazia um barulho insano s noite inteirinha, me despertando aos solavancos – uma reclamação que ouvi também de vários outros hóspedes.
O café da manhã, não incluído, vale US$20 por dia, assim como cada 24h de uso da rede wifi – e, vai por mim, nenhum dos dois vale a pena. Tem uma Starbucks no lounge com a rede aberta e zilhões de opções bem legais pra tomar café da manhã ali nas redondezas.

Mas o que mais me chocou mesmo foi o serviço. É claro que vc não espera mimos e gentilezas ou serviço personalizado num hotelão de 1015 quartos; mas os funcionários foram sempre muito, muito grossos – e taí outra reclamação que eu também ouvi de outros hóspedes enquanto estava lá. O pessoal da recepção é super ríspido e desatento e os maleteiros pedem descaradamente “pra deixar os cinco dólares (!!!) no ato que mais tarde não estarão presentes”. Oi?
Se eu recomendo o hotel? Não. Comigo, vcs sabem, não tem essa de cavalo-dado-não-se-olha-os-dentes. Se é pra buscar um hotel mais turístico, sou muito, muito mais um The Hotel @ Times Square, que cobra menos pelas diárias, tem tudo novinho em folha, wifi e café grátis e um serviço bem legal, como eu contei pra vocês aqui (virei fã deles, de verdade. A prova de que se pode fazer hotelaria de qualidade com preços bem baixos).

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.