Istambul: a cidade que me arrebata

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 Pin It Share 0 0 Flares ×

Vamos mudar um pouquinho o disco aqui no blog. Interrompi os relatos da Turquia pra fazer a tal “blogagem ao vivo” que vocês sempre pedem quando voltei pra Toscana, mas agora já está mais do que na hora de retomar o assunto, né? Tem montes de coisas sobre Istambul que pre-ci-sam ser registradas.

 Primeiro, porque acho que foi a cidade que mais me arrebatou em todas essas minhas andanças por aí. Eu já me apaixonei por vários lugares nesse mundo, vcs sabem; Paris e a Toscana, por exemplo, nunca saem do meu coração.

 Mas com Istambul… well, foi instantâneo, gigante, avassalador. Quando eu voltei de lá, em julho de 2009, eu não conseguia parar de pensar na cidade, nos minaretes, no cheiro das ruas, nas comidas. E foi assim, do tipo rever-um-amor-antigo, que eu embarquei nessa viagem de última hora pra lá, mudando a data da passagem pra Itália (com direito a multa e tudo, é claro :-S) – e não me arrependi nem por um segundo.

 Mas eu quis fazer as coisas um pouco diferente; afinal, como cantava o velho Lulu, tudo muda o tempo todo no mundo. Óbvio que eu fui zanzar de novo em Sultanahmet, visitar outra vez o quadrilátero Haya Sofia-Hipódromo- Cisterna-Mesquita Azul, e depois cruzar ao lado asiático. E óoooobvio que lá fui eu fazer compritchas no Spice Bazar (meu predileto) e no Grand Bazaar.

 Mas, pra começar, eu mudei a área de hospedagem: uma noite à beira do Bósforo (meia, na verdade, porque eu cheguei madrugadão) e outras quatro em Taksim, a parte modernosa (e agitadéeeerrima) da cidade.

 E também fui explorar áreas diferentes, como a colina de Pierre Loti, as galerias de Besiktas, as ruelas tortas de Cihangir, os restaurantes à beira mar de Otokoy, a LINDÍSSIMA (assim, bem em caixa alta mesmo!!!) basílica de Chora…

Aliás, fiz um passeio de um dia inteiro com guia, com uma operadora local (a Aida Tours), aaaaaltamente recomendável, adorei. Pude chegar a vários lugares, num mesmo dia, que por conta própria seria bem complicado (ainda mais que lidar com os taxistas de Istambul não é tão simples).

 Ainda fiz inúmeras (vãs, na maioria) tentativas de aprender algumas palavras em turco (só consegui mesmo ficar craque nos nomes dos bairros e portos e em dizer “obrigada”).

E, claro, conheci gente interessantíssima, vale dizer.

Se eu dei Istambul por esgotada? Não! Nunquinha, aliás. Essa cidade continua tendo um efeito impressionante sobre mim, com aquele climão todo místico, uma mistura de bizantinos, cruzadas e Ágatha Christie.

 E vou voltar, é óbvio.

Mas, na próxima visita à cidade, a esticada à Capadócia não me escapa. Não mesmo.

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 Pin It Share 0 0 Flares ×

About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.