Longwood House: a casa de Napoleão em Santa Helena

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O anúncio logo na entrada

 Napoleão Bonaparte viveu exilado na ilhota de Santa Helena, bem longe de casa, por quase seis anos, de 1815 a 1821. Exceto pelos meses iniciais na prisão Briars Pavillion, foi em Longwood House que ele viveu seus últimos anos de vida e faleceu.

A casa despretensiosa e aparentemente pequena (só aparentemente)

 Então lá fui eu visitar sua casa como uma das muitas coisas que – felizmente – consegui fazer na ilha durante a curta escala do Silver Whisper por ali.

Bandeira francesa hasteada

 A casa fica na região hoje batizada também de Longwood, uma área bem tranquila e quietinha da ilha, com apenas 3 ou 4 casas nas redondezas. A propriedade, bem discreta para os padrões da época  mas beeeeem confortável para um exilado, é composta de uma casa principal, duas menorzinhas e rodeada por um jardim ultra florido e bem cuidado.

O globo de Napoleão, onde ele fazia seu próprio joguinho de War 

 O imperador francês viveu ali com um bando de oficiais, generais e empregados em geral e a casa hoje funciona como um museu com parte de sua mobília, pertences, objetos, livros etc – vale lembrar que muitas de suas coisas foram levadas para a França depois que seu corpo foi trasladado pra lá (porque sim, o sepultamento original foi em Santa Helena e a antiga tumba de Napoleão continua lá para o turista que quiser ver ou tirar uma fotinha – eu, particularmente, achei absolutamente descartável o local).

O piano machucadinho

Vários dos objetos estão expostos assim, em galeriazinhas de vidro

Montes de cartas e manuscritos do próprio Napoleão fazem parte do acervo
O chapéu, claro!

 Cada cômodo tenta reproduzir como era sua disposição na época napoleônica – salas, salões, quarto, banheiros, cozinha etc. Estão ali sua cama, vários manuscritos, cartas, algumas roupas, seu piano, vários quadros e esculturas e, claro, até um exemplar de seu famoso e inconfundível chapéu.

O livreto do funeral

O jardim que cirunda a casa

A cama napoleônica

 Medalhas, moedas e até o folder de seu funeral têm seu espaço.  Além da casa principal, do próprio dito cujo, há também a ala dos empregados e uma casa para os generais e oficiais que o acompanharam durante todo seu exílio.

A mesa principal, que deve ter testemunhado muitas conversas  reveladoras

Um barquinho que foi presente

 O passeio é gostoso, tranquilo, cada um no seu ritmo, com moradores-monitores à disposição em vários dos cômodos para explicar o que é isso ou aquilo. E pode fotografar normal, desde que não se utilize o flash.

O quintalzinho interno

A ala dos generais e o tampo original da sepultura de Napoleão

Dizem os especialistas que trata-se do mais icônico e fiel museu dedicado a Napoleão do mundo, pelo próprio acervo que conserva. Eu curti. E muito.
Visitaça.

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.