Mar Morto (ou quase :-P)

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O cenário é lindão

 Cheguei ao Mar Morto depois de quase quatro horas de estrada desde Aqaba e muita, muuuuuita areia no caminho. O tempo estava bem feinho e o céu confirmava a previsão de temporais que os jornais já tinham anunciado logo cedo.

Tá vendo Israel?

 Mas tem lugar que é mítico e a gente curte mesmo tendo que baixar um pouquinho as expectativas sobre o que fazer, certo? E foi isso que aconteceu ali. Eu fiquei hospedada num belíssimo hotel, o Kempinski (claro que virá review sobre ele também mais tarde), com uma baita infra-estrutura para eu aproveitar minhas duas noites por ali mesmo sob tais condições climáticas.

E o salzão fica evidente

 O tempo não colaborou mesmo; ficou tão feio que chegou a ser chamado de ciclone no noticiário (bastante chuva e muito, muito vento o tempo todo). O acesso ao mar foi fechado em toda a região porque, afinal, de “morto” ele não tinha nada – tava tão, tão agitado que tinha ondas e tudo. E os famosos “banhos de lama” das redondezas também ficaram comprometidos – só em alguns pontos, dentro das áreas de acesso dos próprios hotéis, era possível entrar na brincadeira.

Sente a tempestade chegando…

As árvores enlouquecidas com o vento e Jerusalém ao fundo

 Ainda assim eu curti. A região é linda, com rochedos rosados como em Petra. E Israel tá tão pertinho, mas tão pertinho, que dá pra ver as luzes de Jerusalém à noite. O hotel era bem bacana, com um spa gigante e uma piscina todinha de água do Mar Morto lá dentro, salva do furunzun do tempo que acontecia do lado de fora. E deu pra chegar na argila também, relaxar (inclusive com wifi grátis :-D) da correria do roteiro nos dias anteriores e conhecer bastante gente de cantos diferentes do planeta.

As instruções estavam lá, mas a praia, fechada

Alá Israel de novo

E de novo, poeticamente iluminada por um raio de sol

 No fundo, me arrependi de ter ficado tanto na região; não pelo tempo (a gente tá sujeito sempre a essas intempéries e tem que saber contornar e aproveitar do mesmo jeito, é claro), mas porque eu poderia ter ficado todo esse dia a mais em Petra ou Amã, que foram meus highlights.

O sal cobre as pedras todas da costa

A não ser que você curta muito, muito, muito praia – a maioria dos turistas fica nesses hotéis (são todos resorts ali) por uma semanona, mezzo brasileiros em Cancun – hoje acho duas noites ali exagerado; uma noite apenas seria suficiente (fica tão pertinho de Amã que muita gente faz bate-e-volta; mas daí complica pra banho etc) para curtir o melhor: boiar no marzão, se lambuzar de argila (ou não), fazer uma bela massagem com os produtos Dead Sea e acordar no outro dia revigoradão pra continuar explorando o país 😉

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.