Maus exemplos

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Preciso registrar duas coisas impensáveis que presenciei nos últimos dias. Não, não é só porque eu tenho fobia de avião; é que a má educação das pessoas está chegando a níveis absurdos nos aviões, em questões que comprometem sua própria segurança – sem falar dos outros inúmeros passageiros que os acompanham. Quando eu estava voando de Ciudad de Mexico pra Cancun, no momento em que o avião estava LITERALMENTE DECOLANDO, naquela horinha em que começa a soltar do chão, o celular do cara de trás tocou. É possível um negócio desses, com todos os inúmeros avisos para desligar o celular??? Ele desligou rapidinho, mas só porque eu e mais meio avião olhamos com ódio mortal pra ele.
E quando voltei de Cancun para cá, num vôo cheio de brasileiros voltando de um pacote na cidade, vieram cinco meninos na minha fileira, todos com seus 25, 26 anos. Um deles precisou levar uma big bronca da aeromoça porque simplesmente se negava a levantar a janelinha para a decolagem. Ele se negou duas vezes, até que ela avisou que era uma ordem e que era a última vez que avisava; isso, é claro, depois de explicar didaticamente como para um bebê que a janelinha precisava ficar aberta durante decolagem e pouso porque se vazasse combustível ou pegasse fogo nas turbinas, nessa hora somente passageiros conseguem ver o incidente. Mas não terminou: quando aterrissamos, um deles contou todo vaidoso pros outros que tinha deixado o ipod ligado o tempo todo, decolagem e aterrissagem, e que “não tinha dado galho nenhum” no vôo. É possível???
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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.