Morro Branco: passeio lindo para quem visita Fortaleza

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Prainha linda, com o rio encontrando o mar, no caminho a Morro Branco

 Eu já tinha ido a Morro Branco, vejam só, há mais de dez anos, numa outra viagem à Fortaleza . E se tem uma coisa da qual eu lembrava com absoluta perfeição era da cor impressionantemente ocra das falésias que se dobram em direção ao mar por ali. Uma coisa meio Petra, de areia colorida e um sem fim de cânions. E isso continua simplesmente intacto por lá.

Nosso carro é cuidadosamente colocado sobre a micro balsa

 Quer dizer: a área do parque das falésias mudou, é claro, com tanta erosão no local – chuva, mar, vento, tudo junto e misturado ali. Mas a cor continua igualzinha e o encanto de caminhar ali pelos cânions também.

O motor é esse mesmo: o muque humano

 O que teve diferente dessa vez foi o jeito de chegar lá: pegamos um tour com o Hermes, um dos guias que trabalha em convênio com o Beach Park, e o cara, além de ser pura simpatia e fazer o trajeto ida e volta ficar muito mais divertido (carinhoso com as meninas também, uma graça), nos levou até Morro Branco do jeito mais lindo: pela praia.

Puxa a cordinha pra lá e pra cá para o carro chegar do outro lado do rio

 Assim, para chegar lá, além de trechos de estrada e por meio de Aquiraz e outros dois vilarejos, tomamos duas “balsas” também para atravessar o rio e a maré. O mais legal? Eram balsas “manuais”; através de mecanismos de garrafas pet, cordas e roldanas, as balsas de madeira que transportam um único veículo por vez, são puxadas pelos próprios moradores das redondezas (o preço da travessia vai de R$10 a R$15), Haja muque 😉

O rio encontrando o mar lá no fundão
Os pneus do carro são esvaziados para poder enfrentar a areia
E lá se vai a balsinha para um lado…
… enquanto nós rumamos para outro
Logo chega outra prainha e outra travessia…
… também na base do muque 😉

 Uma vez em Morro Branco propriamente dita, o Hermes nos deixou no topo das falésias, onde encontramos Feinho, nosso simpático guia local que nos levou cânions abaixo e acima para ver a areia mudar de cor até o mar por uns trocados.

 Dica da tia Mari: pelamordedeus, muito filtro solar no corpo e, se possível, protegê-lo também com saída de praia, camisetas e afins, que ali não tem um sinal de sombra e, num dia lindão que nem o que nós pegamos, o sol é de lascar.
Passeio lindo, lindo, lindo.

 E, pra não dizer que não falamos das flores, na volta ainda paramos em frente à peculiar (e bota peculiar nisso!) “maior rapadura do mundo”, que levou 33 toneladas de cana de açúcar na sua composição e, obviamente, também está no Guinness.

Tem coisas que só o Ceará faz por você :-))))

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.