Num hostel depois de milênios – sã e salva :)

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 0 Flares ×

Nunca fui mochileira ou the hostel type of girl nem quando eu era novinha. A ideia de dividir quarto e banheiro com pessoas desconhecidas nunca me pareceu ok, nem eventualmente. Mas embora eu tenha buscado sempre hotéis com quartos e banheiros privativos desde o princípio da minha vida viajante, isso não quer dizer que eu nunca tenha ficado num hostel, hostal ou albergue. Na Espanha, por exemplo, fiquei em 3 ocasiões diferentes – mas sempre com quarto e banheiro privativos; foi ok, mas nã é meu tipo de ambiente: muita garotadinha, gente de toalhano corredor, muito barulho à noite etc. Daí em Buenos Aires, numa ocasião em que minha irmã queria me mostrar “como era bom o jeito simples de viajar”, fiquei exatas nove horas num hostel sujo, sem banheiro no quarto, dentre outras cositas, para ter certeza que esse não era meu estilo de viajar MESMO.
Mas o mundo dá voltinhas e a gente deve sempre reconsiderar uma coisinha aqui, porque o mundo muda e nos, sobretudo, também mudamos muito ao longo dos anos. Fiquei muito mais exigente com hotelaria nos últimos anos; mas meu irmão mais novo é um grande mochileiro e faz seu budget de viagem render horrores ficando sempre em hostels e quartos coletivos. E agora, para passar uma semana com ele na Toscana, baseados em Florença e com os preços normalmente inflacionados da hotelaria italiana, acabei indo parar num hostel com ele.
A grande diferença: um hostel que eu já tinha visitado para uma matéria, de uma grande rede européia, a PLUS Hostels, e já sabia exatamente  que ia encontrar. A estrutura deles é sempre bem bolada, tanto que indiquei a rede numa matéria sobre Europa barata que fiz há algunm tempo. E foi bem boa a estadia, viu? Tirando os mimos que encontramos nos bons hotéis, ali, como me disse meu irmão mesmo, não havia nada do básico de um hotel categoria turística que não estivesse presente ali. Estávamos num quarto duplo só nosso (25 euros por pessoa no quarto duplo), com até bastante espaço, mesinha de trabalho, banheiro privativo, tv de LCD pequena, wifi grátis etc (depois posto uma review completinha aqui também) – as únicas diferenças é que nossas toalhas levamos nós mesmos e ninguém fazia nossa cama de manhã.
Para quem tem mais dificuldade de se entosar numa viagem solo, o ambiente é super favorecedor, com lounge e outdoor bar sempre cheios de gente. Sem contar que, alem da garotadinha óbvia, tinha também muita gente mais velha, incluindo sessentinhas, e algumas famílias, incluindo uma com duas crianças. E para quem procura algo com mais cara de hotel mas preço bem camarada, é uma bela opção.
Experiência interessante. Agora já passei no teste e estou prontinha para um upgrade :-))))))

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 0 Flares ×

About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.