Retrospectiva 2011: os percalços

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Engana-se quem acha que minhas viagens são 100% redondinhas. Tive a sorte de não ser atingida de nenhuma maneira pelo Puyehue, nem ter nenhum voo cancelado em cima da hora nem nada do gênero. Mas N coisas, de transfers que não cumpriram o combinado a compras equivocadas e atrasos mil, tive um pouquinho de tudo. Porque não importa quanta “experiência” a gente ache que tenha em viagens, sempre rolam perrengues aqui e ali, sejam por nossa própria culpa (os piores), por intempéries climáticas ou por incompetência alheia mesmo. Acho que meus maiores percalços viajantes do ano foram:

Topeira hors-concours: no afã de aproveitar minhas milhas TAM para emitir passagens prêmio GRU-LIM-GRU para aproveitar a super oferta da LAN dos novos voos do Peru para a Ilha de Páscoa, lá em janeirão, a dodja aqui não atentou para o detalhe que o voo para Rapa Nui era à 0h e não à meia-noite :-S . Acho que foi a maior burrada viajante da minha vida. E o pior: eu só descobri a caca porque a própria pousada da Ilha de Páscoa me questionou sobre o dia da chegada (como ali não chegam voos todos os dias, os caras conhecem tudo decor e salteado, tks God!).  Por Dios, descobri a coisa toda uns dias antes do embarque; mas a TAM obviamente não tinha mais lugares disponíveis para milhas e não tinha sequer assento para vender em nenhum voo, em nenhum dia.  Tocou pagar uma nota por uma mera perninha GRU-LIM pela LAN, de última hora. E agora eu leio mil quinhentas e cinquenta e duas vezes cada e-ticket que cai na minha caixa postal : -(

Ter as férias quase canceladas: outro baita stress do ano também foi relacionado a voos. Minhas férias na Espanha, no verão europeu, quase foram por água abaixo em cima da hora. Pra quem não lembra, comprei um bilhete numa promoção da LAN no começo do ano, para usar em julho, e 3 dias antes da viagem, ao ligar para confirmar os voos, descobri que simplesmente eu não existia como passageira. Ainda bem que eu sempre tive o costume de ligar pra confirmar voos às vésperas do embarque. A história toda, que teve final feliz também, graças a Deus, eu conto nesse post aqui. E reforço o lema: SEMPRE confirme seus bilhetes antes de voar.

Ficar doente na estrada, sozinha: fazia tempo que eu não tinha um sirucutico em viagem. Tks God, fazia muito tempo mesmo. Mas  na minha última noite em Istambul comi algo que me deu uma baita infecção intestinal e me deixou completamente arriada, com febres altíssimas e vomitando feito louca, no quarto de hotel. Como eu tinha que deixar o hotel rumo ao aeroporto às 3 da manhã, me acovardei e não procurei ajuda. Cheguei sã e salva em Florença e uns dois dias depois já estava curtindo a todas meus dias toscanos, mas aprendi que não dá pra brincar com essas coisas.

Ter um percalço ainda não resolvido: a minha tão sonhada viagem à Itália para estudar italiano no inverno europeu de 2012 acabou tendo que ser cancelada por N motivos. Fiz tudo certinho para o cancelamento no finzinho de novembro desse ano, acionando a central TAM (os trechos de ida e volta tinham sido emitidos com pontos) e o proprietário do apartamento que eu tinha alugado, que me prometeu a devolução do dinheiro já depositado. Hoje, mais de um mês depois, ainda falta receber a restituição de metade dos pontos da TAM (só recebi a devolução referente à ida, descontada a multa, mas necas da volta) e o proprietário do apê ainda não devolveu o dindim. Pelo jeito, esse percalço será também um percalço do ano novo :-((((((

Mas… sem percalços… as histórias de viagem ficariam menos emocionantes, né? 😛
Faz parte.

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.