Toscana: quando ir

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Vou dizer pra vocês que já estive na Toscana no inverno, na primavera e no outono. Só no verãozaço europeu é que eu ainda não dei o ar da graça naquelas terras – mas, a julgar pelo calor senegalês que peguei em Milão em julho desse ano, acredito piamente em tudo que me contam sobre o forno toscano na estação mais quente do ano.
Além das altíssimas temperaturas do verão, também é a época que os preços inflacionam descaradamente – em Florença , que já anda BEM inflacionada em termos de hospedagem, inflaciona mais ainda.

A primavera e o outono são épocas lindas pra viajar pra lá: temperaturas teoricamente mais amenas (peguei friozinho em abril e maio de 2009 e calorzaço agora em outubro), o tempo mais estável (as chuvas são mais raras), os preços mais justos. No outono, os campos estão lindos, com aquela cor ferrugem que nos vem à cabeça quando pensamos mesmo na Toscana; na primavera, os campos também estão lindos, tomados por girassóis.
Para a primavera, só um senão: o spring break (a semana da Páscoa) deixa a região LOTADA (mal dava pra andar em Florença, pra vcs terem uma ideia) e caríssima. Sim, caríssima, bem superlativo.

Em janeiro, se tudo der certo, eu me mando pra lá de novo – mas já fui avisada: vai ser o inverno mais gelado dos últimos não sei lá quantos anos, chuvoso e no auge da crise italiana. Mas isso não me fez mudar de ideia, não; como eu disse, fui avisada, tô consciente.
Quando eu estive praquelas bandas no inverno, foi láaaaaaaa em idos de 2002, janeirão, mas por pouquíssimo tempo. Talvez tenha dado sorte: depois de muita chuva em Roma , peguei em Florença meu tipo de dia ideal: frio, céu azul, solão. E aproveitei muito. Mas, claro, isso não é garantia de tempo bom pra nenhum viajante, certo?

Eu acho que o maior senão pra quem vai rodar a Toscana no inverno é que a maioria das propriedades de agriturismo, borgos e villas, fecham na estação (normalmente, de novembro a fins de março), o que, claro, faz a região perder um tico do charme. Mas, sejamos francos, todas as igrejas maravilhosos, museus incríveis e a maioria das vinícolas e restaurantes supimpa continuam lá, firmes e fortes. Então, quando ir, é só uma questão de definir quais as suas preferências, as suas prioridades. Porque, no fundo, vai ser bom de todo jeito 😉

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.