Travessia Brasil-Africa: here I go

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Minhas escalinhas <3 (sorry pela foto de celu!)

Que pelo menos uma viagem de sonho saia do sonho, do papel, e vire real. Lembram disso?

Pois bem. Vocês sabem que eu adoro mar e navegações. E também que sou mezzo maníaca por travessias marítimas – pirei de emoção ao refazer parte da rota de Darwin no Estreito de Magalhães em 2008, paxonei ao fazer a travessia Brasil Europa em 2009, adorei cruzar o mediterrâneo e o Canal da Mancha em 2011. E tenho várias outras para fazer no futuro em mente, sempre tive; e viajar pra Antártica sempre foi a most wanted of all.

Então, enquanto a sonhada viagem à Antártica não vira real, saio hoje, depois de outra deliciosa imersão carioca, por sinal, numa outra viagem dos meus sonhos: uma travessia Brasil-Africa. Parto hoje do porto do Rio de Janeiro e chegarei, se Deus quiser, à Cidade do Cabo, na África do Sul, daqui 14 dias.

Imagem do Silver Whisper retirada do site da Silversea

Estou de olho nessa travessia há anos; mas, infelizmente, é raríssimo alguma armadora de cruzeiros oferecê-la – normalmente, as travessias Atlânticas têm como origem e destino América do Norte e Europa. Aliás, falei que estava super de olho nessa viagem pra vocês desde o momento em que bati os olhos nela, lembram? Não bastasse ser uma baita travessia, como qualquer viagem transoceânica por si só já é, cruzar todo esse oceano entre dois continentes tem um gostinho mais especial ainda pra mim: antes de chegar à Cidade do Cabo, o navio fará escala com pernoite em Walvis Bay, na Namíbia. Quem adora o Amyr Klink como eu sabe que sua mítica viagem dos “cem dias entre céu e mar” começou na Namíbia e terminou em Parati. Então, eu estou em parte, digamos assim, fazendo a big rota cheia de desafios que ele fez ao revés – mas com uma baita dose de conforto ao invés dos remos, é claro 😀

Já leu? Eu já, umas quatro vezes 😉

Mas estarão ali “a fria e difícil corrente de Benguela”, como ele mesmo descreveu; a Santa Helena de Darwin (“a little world, within itself, which excites our curiosity“), destino de exílio de Napoleão, de mito magnético (dizem que há desvios de bússola curiosíssimos nas proximidades da ilha) e cuja única ligação com o mundo é mesmo via marítima; o Cape Point… Só espero que não estejam por ali as rollers, ondas descomunais (glup) que costumam aparecer de vez em quando de dezembro a março :-))))))
Estou em férias, e, palavra de honra, vou tentar aproveitar ao máximo a viagem em si, pura imersão, gastando o menor tempo possível online. Mas, é claro, notícias ao vivo e a cores dessa big trip podem aparecer aqui, no twitter, no Instragram (@maricampos lá também) e no Facebook. E prometo posts caprichadinhos e detalhados na volta.
Fui!

“Deus, ao mar o perigo e o abismo deu/mas nele é que espalhou o céu” – Fernando Pessoa

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.