Amsterdã não será mais a mesma sem o Red Light

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Todo mundo que conhece Amsterdã sabe que a cidade vai muito além do Red Light District. Mas esse bairro polêmico já virou uma certa marca registrada da cidade, nem que seja pela curiosidade, pela fama ou pela própria história – são mais de 700 anos de existência num conglomerado de sex shops, bordéis e as famosas “coffee shops”. Uma reviravolta no mercado imobiliário da região pode extinguir o bairro mais famoso: pelo menos 30% das famosas vitrines com mulheres “à venda” de Amsterdã devem perder suas luzinhas vermelhas, já que uma famosa rede de bordéis foi vendida. Uma imobiliária local comprou 18 estabelecimentos no centro da cidade, o que corresponde a mais de 50 vitrines – especula-se que o valor da compra tenha superado os 25 milhões de euros. Já faz tempo que o Red Light não é tão rentável quanto costumava ser; embora já tenha sido judicialmente revertido, o estopim definitivo desse declínio foi a suspensão dos alvarás de funcionamento de mais de 30 bordéis do bairro em novembro do ano passado, por suspeitas de envolvimento em lavagem de dinheiro e narcotráfico. A secretaria do turismo de Amsterdã admitiu que, apesar de considerar elevadíssima a concentração de sexo bem no centro da cidade, a possível extinção do Red Light District será uma perda, já que o bairro é tão visitado quanto o Rijksmuseum ou Anne Frank Huis.

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.