Antes só do que mal acompanhado ou o que vale é o espírito de equipe?

1 Flares Twitter 0 Facebook 1 Google+ 0 1 Flares ×

Nunca gostei de excursões, daquele sobe e desce do ônibus, da romaria de hotel em hotel até pegar todo mundo, de tirar a foto do grupo e muito menos daquela apresentação inicial, com microfone e tudo e daqueles guias que só sabem dar informações de decoreba. Acho que não combina com espírito do viajante ter hora certa pra entrar e sair de um museu ou passar mais tempo em lojinhas que nas verdadeiras atrações do local. Fiz algumas viagens em excursão que me irritaram e há muito tempo tinha jurado que nunca mais entraria numa em minha vida. Mas devo confessar que entrei, e foi a única experiência bem sucedida que tive em termos de viagens em grupo. Foi no começo de 2006 e o destino era a Tunísia. A operadora de nossa excursão era a espanhola Iberojet e, por isso mesmo, eram quase todos espanhóis no nosso grupo – só cinco brasileiros no total. Escolhemos a excursão porque encontramos muito pouco material sobre o destino para nos aventurarmos sozinhos num país de língua difícil e muitas cidades a visitar. Deu certo. Não pela língua, porque muitos tunisianos falam – e muito bem – diversas outras línguas, com francês (2a. língua do país), inglês e espanhol. Mas a viagem em geral correu muito bem. Só 3 passeios “extras” foram oferecidos e ninguém ficou tentando vender serviços pra gente durante todo o passeio (durou 8 dias); as informações do guia eram extremamente precisas e detalhadas, sobre qualquer assunto; as paradas eram providenciais, somente quando as distâncias envolvidas eram mesmo muito longas; e as visitas eram bastante satisfatórias, com tempo suficiente para cada um aproveitar o tipo de coisa que mais gostava em cada uma. Acabamos nos surpreendendo (e conhecemos gente muito interessante), embora novas excursões em grupo não estejam de fato nos nossos planos.
Outras pessoas não vêem isso com bons olhos, pelo contrário: amam as excursões, os papos no ônibus, as muitas paradinhas e os passeios super corridos. Particularmente conheço muitos que dizem isso mas, no fundo, viajam de excursão porque têm medo de se aventurar sozinho, procurar metrô, arriscar se perder, ter que fazer seu próprio programa e itinerário no dia-a- dia. E aí? Vale mesmo a pena viajar com um grupo de desconhecidos em horários pré-estabelecidos ou o negócio é fazer seu próprio roteiro? Ou talvez valer-se das excursões só em destinos mais complicados ou quando a diferença de preço compense muito? Antes só que mal acompanhado ou o que vale é o espírito de equipe?

Translated by Google
I have never liked excursions, of that one it goes up and it goes down of the bus, of the pilgrimage of hotel in hotel until catching everybody, to much less take off the photo of the group of that initial presentation, with microphone and everything and of those guides whom they only know to give information of decoreba. I find that it does not combine with spirit of the traveller to have alias process pra to enter and to leave a museum or to pass more time in little stores that in the true attractions of the place. I made some trips in excursion that had annoyed me and have much time had jury that never more it would enter in one in my life. But I must confess that I entered, and was the only successful experience that I had in terms of trips in group. It was in the 2006 start and the destination was Tunisia. The operator of our excursion was the Iberojet Spaniard and, therefore, five Brazilians in the total were almost all Spaniard in our group – only. We choose the excursion because we find little material very on the destination stops in them venturing alone in a country of difficult language and many cities to visit. He gave certain. Not for the language, because many tunisianos say – and very well – diverse other languages, with Frenchman (2a. language of the country), English and Spaniard. But the trip in general ran very well. 3 “extra” strolls had only been offered and nobody was trying to all vender services pra people during the stroll (it lasted 8 days); the information of the guide extremely necessary and were detailed, on any subject; the stops were provide, when the involved distances were only exactly very long; e the visits were sufficiently satisfactory, with time enough each one to use to advantage the type of thing that more liked in each one. We finish in surprising, even so new excursions in group are not in fact in our plans. Other people do not see this with good eyes, for the the opposite: they love the excursions, the papos in the bus, many paradinhas and the run super strolls. Particularly I know many that say this but, in the deep one, travel of excursion because they have fear of if venturing alone, looking subway, to risk to lose itself, to have that to make its proper program and itinerary in day-by-day. E there? Same valley the penalty to travel with a group of strangers in daily pay-established schedules or the business is to make its proper script? Or perhaps to use itself the excursions alone in destinations more complicated or when the price difference compensates very? Go alone or enjoy the team spirit?

1 Flares Twitter 0 Facebook 1 Google+ 0 1 Flares ×

About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.