Compras em Miami

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 Vira e mexe alguém cai aqui no blog para perguntar sobre compras em Miami. Desde qual mall é melhor até quanto costuma custar tal coisa, as perguntas são muitas. Então, recém-chegada de uma viagem à terra do tio Sam, deixo aqui uma listinha singela e resumida de onde comprar em Miami.

1) Coconut Grove
A célebre Coco Walk é destino queridinho de muitos para compras. Mas não é para hard shoppers, não. O mall é pequeno, gostoso, ao ar livre, e tem bons barzinhos e cafés também pra quando bater a canseira. Há desde lojinhas locais de roupas e sapatos a big stores, como Gap e Victoria´s Secret. Mas não tem nada bom para eletrônicos, por exemplo.
O erro que a maior parte dos brasileiros comete é zanzar só por Coco Walk. Uma pena, porque as ruas que contornam o mall têm lojinhas adoráveis, ultra originais – de make a papelaria, tem um tico de quase tudo. E ainda tem um moooonte de galerias de arte por causa do Coconut Grove Arts Festival, que é uma graça.

2) Lincoln Road
O endereço mais célebre de Miami Beach continua tão muvucado quanto antes. Mas dentre os zilhões de pessoas nas ruas, desviando de barracas de suco, mesas de cafés, cachorros, bicletas e até malabares, dá mesmo para encontrar coisas legais. A Apple Store da Lincoln vive lotada, a galeria do Romero Brito é linda e tem lojas de montes de marcas menores por lá. Vale, sim, uma caminhada.
Meu conselho para as meninas: façam um desvio no comecinho da Lincoln para visitar a GIGANTE CVS pharmacy que tem ali, com quase tudo o que você pode querer para make, unhas, cabelos etc.
Meu conselho para todos: façam um desvio no comecinho da Lincoln para cruzar a Española Way. Essa rua fofíssima, de apenas uma longa quadra repleta de barzinhos, restaurantes e cafés, é como um mundo à parte na muvuca de Miami Beach.

3) Mary Brickell Village
Desde minha primeira visita a Miami (isso foi há poucos anos, btw), caí de amores por esse mall a céu aberto em Brickell, que é minha parte favorita da cidade. Tranquila, ruas largas, gente linda, belíssimo skyline. E as lojinhas do mall são LINDAS, todas em estilo boutique. Ok, mais interessantes para mulheres que para homens, já que a maioria vende bijoux, sabonetes, acessórios, roupas – e tudo assim bem diferente, com carinha de peça única.
Mas a visita vale para todos, principalmente no finzinho de tarde/começo de noite, quando seus ótimos barzinhos e cafés ficam LOTADOS, numa vibe muito bacaninha.

4) Dolphin Mall
O shopping queridinho dos brasileiros em Miami fica a minutos do aeroporto e conta com serviço de transfer (US$10 ida e volta) tanto desde e para o aeroporto como desde e para vários endereços em Downtown e Miami Beach. Fica tão perto do aeroporto que tem muita gente que vai pra lá numa mera escala longa em Miami. O shopping não é dos mais gigantes, mas é grande e tem todas essas lojas que brasileiros curtem, tipo Guess, Gap, Levi´s, Diesel, Victoria´s Secret etc.  A maioria das lojas tem uma seção off price ou sale bem grandinha e interessante. A praça de alimentação é decente e vive lotada.
A grande falha fica nos eletrônicos: até tem, mas são poucas lojas. E faz falta mesmo uma Best Buy e uma Apple Store ali.

5) Dadeland Mall
Esse é um shopping bem democrático: pra quem fica em downtown, dá pra chegar nele de metrô (para vários hotéis é preciso pegar antes o ultra simpático metromover, gratuito). E quem vai de carro chega facinho, facinho. É grande, com uma gigante JCPenny´s e uma infinidade de lojas de todo tipo, com umas liquidações meio permanentes.
No anexo ao lado do shopping – é pertinho mesmo, dá pra ir à pé – tem uma big Best Buy e um Target.

6) Aventura Mall
Esse ano foi a primeira vez que visitei o Aventura Mall. Infelizmente, por questões de agenda, tivemos menos tempo lá do que gostaríamos. Porque o shopping é IMENSO, com dois pisos gigantes e mais um anexo. Não tem Best Buy, mas tem uma bela Apple Store, uma loja maravilhosa de Sony e outras menores de eletrônicos. Tem Macy´s, Bloomingdale´s, JCPenny´s e tooooodas as popular brands americanas. Tem uma das maiores Victoria´s Secret ever e ainda tem lojas difíceis de encontrar nos EUA, como a espanhola Etiqueta Negra. A praça de alimentação é bem, bem legal e ainda tem uns negócios do gênero espalhados na entrada, como uma fofíssima (e gigante) Cheesecake Factory.
Dicas para as meninas: o setor de cosméticos da Bloomingdale´s dá de 10 a zero no da Macy´s.
Dicas para todos: heavy shoppers precisam de muito tempo para aproveitar lá. O shopping é mais metidinho, com menos seções de sale, então é preciso pesquisar mais. Mas a oferta de brands é impressionante.

7) Outros malls
Eu poderia seguir esse lista aqui até o número 100, provavelmente. Mas eu não sou heavy shopper, vcs sabem. E curto muito mais as lojas de rua e malls pequenininhos que os big shoppings (por isso eu ainda prefiro de longe fazer compras em Nova York que em Miami). Um dos favoritos dos brasileiros nem fica em Miami exatamente, mas nos arredores: o Sawgrass, cheio de outlets; mas ali o povo vai pra passar o dia inteiro, eu não aguento. Sorry, vou ficar devendo.

8) Lojinhas que valem a pena
Eu sou a louca das farmácias: piro em lugares como Boots, Duane Reader, Farmacity e afins. Em Miami, acho que sempre valem a visita as CVS e Wallgreens da vida, para comprar de produtos para o cabelo a chocolates. Para quem curte fuçar em araras mesmo bem bagunçadas atrás de pechinchaças, a Ross é o endereço.

E outras duas áreas muitíssimo bem lembradas abaixo, nos comments, que certamente valem a visita dos shopaholics: a Collins Avenue e o megahipersuper luxuoso Bal Harbour Shops – se não der pra voltar carregado de sacolas, que seja ao menos pra olhar as vitrines-desbunde :-)))))

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.