Londres de novo

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 Já disse e repito que acho Londres uma cidade tão fascinante que ninguém precisa de um pretexto para ir lá. E nesse ano também tive a sorte de ir parar nessa que é uma das minhas cidades favoritas no mundo por duas vezes: em abril, usando o Eurostar desde Paris , como já contei aqui pra vocês, e agora, na viagem à Escócia, como as conexões eram em Londres (voei de British Airways), aproveitei para parar na volta e comemorar meu aniversário na cidade. E que aniversário lindo, viu?
Uma coisa boa quando a gente (acha que) conhece bem uma cidade, é a cada visita ficar em um bairro diferente. Assim a gente sempre acaba descobrindo novas coisinhas bem naquele clima insider, diferentes: cafés, lojinhas, atrações menos conhecidas, cantinhos fofos. Em Londres eu sempre faço isso; e, dessa vez, fiquei em dois hotéis diferentes, em dois barros bem diferentes entre si, o que foi ótimo.

Para começar, aproveitei que estava com meu sempre inseparável Oyster Card, o cartão de transporte de Londres, e uma mala pequena para já tomar o metrô ali mesmo no aeroporto – algo que eu não fazia há quase dez anos. A viagem é looooonga – uma hora exatinho do terminal 5 em Heathrow à St. Pancras/King´s Cross – e até cansa; mas pelo menos não é enfadonha: é gente do mundo inteiro entrando e saindo do trem o tempo todo, perfeito people watching.  E para quem viaja com pouca bagagem ou orçamento muito apertado, é bem barato: com o Oyster, sai menos de 7 libras a viagem para a zona 1 (dica: quem tem Oyster Card deve sempre guardar e recarrega-lo ao voltar pra cidade; quem não tem, é só comprar um logo na primeira estação de embarque – os custos das viagens pela cidade com ele são muuuuuito menores, já contei aqui).

 O primeiro hotel do roteiro foi o Pullman St Pancras, que ainda está todo novinho e pimpão: check in express nas maquininhas automáticas, lobby super modernex, cheio de móveis e objetos de design, internet grátis, quarto super funcional com janelão de vidro com vista (linda!) para a cidade, café da manhã excelente com 4 estações diferentes no buffet e serviço bem simpático. O segundo, bem na data do niver para comemorar, foi o lindo e romântico St. Ermin´s Hotel, da MGallery (a marca boutique de hotéis da Accor, sobre a qual eu também já falei aqui), em plena vizinhança do hypadinho St. James Park – ao lado da estação de metrô St. James e a uma caminhada deliciosa do Big Ben. Falarei dos dois na sequência, em posts-review.

A cidade continua cheia de atrações incríveis, dos sempre excelentes museus (gratuitos) às novas mostras temporárias, dos restaurantes (cada vez melhores) à vida noturna e mercados de rua maravilhosos. Até shopaholics são felizes lá já que Londres, apesar da libra valorizada, está sempre em promoção. No quesito novidades, a  querida Helô Righetto me levou para conhecer o Bubbledogs, o bar da moda em Londres por agora que prega a estranha e curiosa combinação de cachorro quente (preparado de 1001 maneiras diferentes) com… champagne! Overpriced, lotaaaaado (espera de 2h na fila, do lado de fora, porque o lugar é minúsculo), mas baita ambiente bacana, viu? (falei dele aqui) Também jantei com a mammy Dri Miller na excelente Steakhouse da Grosvenor House, o hotel JW Marriott de Londres, em Park Lane: não só serviço mega atencioso como ambiente muito gostoso (daquele bom para ir sozinho, com amigos, em casal ou em família, sabe?), boa comida e ótimos drinks do seu hypado Bourbon Bar – uma delícia (falo mais sobre ele em post na sequência).
Ô cidade boa, viu?

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.