Londres

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Um resuminho de tudo mais gostoso que fiz na última viagem a Londres

 

 

 

Londres é dos meus destinos favoritos do mundo desde a primeira vez que pisei por lá. E a verdade é que, mesmo batendo cartão por lá quase todo ano, essa paixonite aumenta a cada visita. Ô cidade que consegue ficar mais gostosa a cada visita, não? Nem o Brexit conseguiu atrapalhar minha última semana por lá.

A semana foi intensa: tinha muito amigo na cidade para rever, muito lugar queridinho para revisitar e muita novidade que eu queria conferir. Tem muita coisa que quero contar em detalhes aqui, mas neste post vou fazer um apanhadão introdutório geral, contando o que vi, fiz, comi e bebi de mais legal lá – e também os hotéis (todos lindos!) da vez.

Parte da incrível mostra do V&A sobre a banda Pink Floyd

Básicos

  • Continuei, como sempre, fazendo muuuuito bom uso do metrô dia e noite. Com o Oyster Card, como existe uma tarifa máxima que pode ser cobrada do cartão por dia, é impressionante como a gente consegue se locomover pela cidade inteira, em várias viagens por dia, gastando pouco. Só usei Uber para trocar de hotel, para ir do último hotel à estação de trens (fui dali para Edimburgo) e para voltar para o hotel quando já era tarde da noite e a minha linha de metrô já não funcionava mais. Continuo recomendando muito.
  • Voltei aos bairros, mercados e atrações favoritos (tem coisa que não consigo evitar, da St Paul à Brick Lane, do Hyde Park à Notting Hill), mas o bairro que mais me conquistou desta vez foi Shoreditch, Eu conhecia o bairro muito superficialmente (e já adorava, pela vibe artsy e contraventora), mas agora que me hospedei alguns dias lá e pude conhecer em detalhes as lojas, os restaurantes, os bares e os cafés mais legais, passei a gostar mais ainda.
  • Visitei também os museus prediletos, incluindo as duas mostras temporárias maravilhosas (como sempre!) que estavam em cartaz no V&A: a excelente mostra sobre Balenciaga e a surreal-imperdível-divina-maravilhosa-emocionante sobre Pink Floyd – de longe, das melhores que já fui na vida.

Vista panorâmica da cidade dos quartos (e banheiros!) do Shangri-la

Os hotéis da vez

Dividi minha semana em três hotéis bem diferentes, e em localizações bem diferentes na cidade também. E, escolha acertadíssima, foram os três perfeitos a seu jeitinho. São eles:

  • Shangri-la Hotel London at The Shard.  O hotel com a mais incrível vista de Londres – você tem ou a St Paul ou a Tower Bridge no seu horizonte, que tal? – faz jus ao nome da rede hoteleira de luxo da qual faz parte. O hotel, que fica no alto do The Shard, tem serviço simplesmente irretocável, quartos enormes, com paredões de vidro no quarto e no banheiro, silencioso que só ele. E ainda tem excelentes restaurantes, ótimo spa (piscina com vista panorâmica para a cidade incluída) e um bar simplesmente incrível.  Dá para ler em mais detalhes sobre ele no meu texto para o Sala Vip do Viagem Estadão.
  • The Mandrake. Fiquei hospedada neste novíssimo hotel maravilhosamente localizado entre o Soho e Fitzrovia na exata semana em que ele abria suas portas. Claro que, em semana de abertura, algumas falhas acontecem, e é super normal – é por isso mesmo que as tarifas de inauguração dos hotéis costumam ser mais em conta, e chamadas de soft opening, enquanto eles vão afinando as arestas. Ainda assim, um hotelaço: 30 quartos, todos com acesso a enormes terraços, e ambientes – TODOS! – vibrantes e cobertos de ecléticas e excêntricas obras de arte contemporânea (incluindo peças de Franceso Clemente, Dalí, Jeff Koons e outros).
  • Nobu Hotel Shoreditch. A primeira propriedade do grupo na Europa fica no ultra trendy bairro de Shoreditch, com um projeto arquitetônico incrível. O design, meio teatral, meio lúdico, faz ótimo uso da madeira, do preto e dos elementos asiáticos. Tem lobby bar, academia, spa e  rooftop bar – além, é claro, de um imenso e animadíssimo (DJ incluído!) Nobu Restaurant anexo.

 

Pesquisando hotel em Londres?

 

Impecável do começo ao fim: jantar no estrelado restaurante do The Ritz London

Os melhores restaurantes

Comi muuuuito bem durante toda a viagem. Já faz anos que comento aqui que os tempos de comer mal em Londres já ficaram para trás há muito tempo – tenho comido cada vez melhor por lá. Os melhores desta vez foram:

Nobu Restaurant:  barulhento, mas comida asiática de primeiríssima dentro do novo Nobu Hotel Shoreditch

Aviary: localizado no lindo rooftop do Montcalm Hotel. Excelente para almoço ou brunch de domingo, com vista incrível para a cidade. Destaque para as ostras e pratos com frutos do mar.

Henrietta: restaurante encantador (e pequenininho!) dentro do novo hotel boutique Henrietta, em Covent Garden. O menu de almoço tem pratos deliciosos, com ótimos preços, e os drinks da casa são todos inspirados em autores ou obras literárias. Café delicioso anexo ao restaurante.

The Distillery: uma das surpresas mais gostosas da cidade. O complexo The Distillery tem quatro andares em plena Portobello Road divididos em destilaria artesanal, dois bares, um micro hotel boutique e esse simpático restaurante. Ótimos preços e pratos super britânicos.

Eneko: o novo restaurante do adorável One Aldwych (parte da Leading Hotels of the World) serve cozinha basca sob o comando do chef Eneko Atxa e é ótima pedida para o jantar – principalmente se a ideia for dar uma aura romântica à refeição.

The Ritz Restaurant. Foi de longe a melhor refeição de toda viagem. O restaurante estrelado no Michelin do incrível The Ritz London (também parte da Leading)  vale totalmente o quanto pesa (e cobra). Os pratos do chef John Williams são tão impecáveis quanto o serviço e o ambiente – que ainda por cima conta com vista para o Green Park.

 

Só lindezas no high tea do novo Jean-Georges do The Connaught

Os melhores chás da tarde

Não adianta, não consigo evitar; amo chás da tarde e em Londres, mais ainda! Desta vez fui em quatro (que valeram literalmente por uma refeição!) e meus preferidos foram:

  • Shangri-la Hotel London at the Shard. O high tea servido no lindo TING lounge tem a vista mais incrível entre todos os chás da tarde servidos na cidade, sem dúvidas. O menu muda sazonalmente e há opções de chá à inglesa ou menu asiático. Refeição perfeita, vista divina, serviço irretocável. Se melhorar, estraga.
  • The Connaught. O novo chá da tarde do igualmente novo restaurante Jean-Georges tem só dois horários de serviço (14h30 e 16h30) mas tem menu mais extenso que qualquer outro chá da tarde do qual eu tenha participado na cidade, ambiente delicioso e serviço impecável.
  • Mandarin Oriental Hyde Park. O delicioso chá servido no encantador Rosebery Lounge vem acompanhado de um serviço fundamental: com serviço irrepreensível, uma teamaster que ensina cada mesa como harmonizar adequadamente cada etapa da refeição (salgados, doces e scones) com um tipo de chá diferente. Acredite: faz a maior diferença e a gente não esquece mais.

Dá para ler sobre os chás em mais detalhes no meu texto para o Sala Vip do Viagem Estadão.

 

Drinks com (linda) vista no Sky Pod

Os melhores drinks

Outro aspecto em que Londres só melhora: os pubs continuam divinos, mas seus bares estão também cada vez melhores e mais tentadores. Não à toa, muitos dos mixologistas mais premiados do mundo estão lá. Desta última viagem, meu bares favoritos foram:

  • GONG. O bar do Shangri-la fica localizado no último andar do hotel, com as paredes todas de vidro, com vista panorâmica surreal para a cidade (não consegui decidir se a vista é mais bonita durante o por-do-sol ou late night). O novo menu “Director’s cut” é inspirado em diretores de Hollywood e seus filmes mais icônicos. Aposte sem medo no Feel the Force, dedicado a George Lucas e à base de vodka e campari, servido num copo que levita sobre sua base.
  • The Lobby Bar at One Aldwych. O bar do One Aldwych mudou, e muito, e para muito melhor! O novo menu Showtime Cocktail fez cada drink inspirado em um espetáculo diferente do West End – tem até um (o The Origin) que a gente tem que usar um óculos de realidade virtual durante o preparo. O trolley para servir seus Old Fashioned também é um must.
  • The Connaught Bar. Meu bar preferido na cidade, com aquele jeito de speakeasy chic que só ele tem. Só os martinis irretocáveis do Agostino já valeriam a ida ao bar do The Connaught; mas agora eles criam novos menus a cada temporada, incluindo copos exclusivamente feitos para eles para alguns drinks – como o copo em formato de globo feito para o drink Globetrotter, à base de rum.
  • Scarfes. A maior surpresa etílica desta viagem. Ainda não conhecia e já fiquei fã de carteirinha do genial bar em homenagem ao artista Gerald Scarfe, dentro do hotel Rosewood London. Ali os drinks (maravilhosos!) do menu são todos inspirados em alguma das caricaturas very british de Scarfe, dos Rolling Stones a Monty Phyton. Trilha sonora deliciosa.
  • Green Bar. O bar do hotel Café Royal (parte da Leading Hotels of the World), em plena Piccadilly Circus, tem ambiente masculino mas mulheres são ultra bem-vindas por ali. Serve todos os clássicos mas também criações mais ousadas, como combinar uísque com chilli.
  • Blue Bar. O lindo bar do hotel The Berkeley é seguramente um dos mais bonitos de Londres – e é sempre lá que estão os melhores coquetéis para mim – o head bartender Giovanni é um mestre. Adorei o Golden Dawn, que leva nada menos que brandy, calvados e gin.
  • Sky Garden. O bar do mais alto jardim público de Londres – fica no 34o andar de um prédio às margens do Tâmisa, com vista da Tower Bridge à London Eye – tem ambiente super descolado e informal, vista linda e preços bem razoáveis. Gostei bastante do Pendennis Club, à base de gin.

 

 

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About the author

Mari Campos é jornalista formada e especializada em turismo e lifestyle de luxo, e colabora exclusiva e regularmente como freelancer há mais de treze anos com textos e fotos sobre o tema para portais, revistas e jornais no Brasil e em outros oito países. O conteúdo deste post foi elaborado e decidido pela autora tendo como único critério a relevância do assunto para os leitores do MariCampos.com. A menos que esteja escrito explicitamente "post patrocinado" em letras maiúsculas no início do texto do post, não há qualquer tipo de vínculo ou parceria comercial/editorial com as empresas, estabelecimentos e/ou serviços citados no texto nem qualquer tipo de remuneração pelo mesmo.